Maioria dos ursos polares podem morrer até o ano 2050
Cerca de dois terços da população mundial de ursos polares poderá estar morta até o ano 2050 e toda a população extinta do estado do Alaska, por causa do degelo do gelo marítimo devido ao aquecimento global no Ártico, assim prevêem cientistas do governo norte-americano.

Apenas no norte das Ilhas Árticas Canadenses e na costa oeste da Groelândia habitam cerca de 16,000 ursos polares que poderão sobreviver até o fim deste século.
Os animais perderão 42% da cobertura Ártica ele necessitam para sobreviver durante o verão na calota polar quando eles caçam e reproduzem. A vida de um urso polar geralmente dura 30 anos.
Os ursos polares dependem do gelo marítimo como plataformas para caçar focas que são sua fonte primária de alimentação. Eles raremente conseguem agarrar as focas em terra ou em mar aberto.
Cientistas não têm muita esperança que o acúmulo de dióxido de carbono e outros gases industriais considerados responsáveis pelo aquecimento da atmosfera como uma estufa pode ser revertido breve em tempo de ajudar os ursos polares.
Estes animais andam na superfície do planeta por pelo menos 40,000 anos.
A Groelândia e a Noruega são os países que abrigam o maior número de uros polares, enquanto um quarto deles vivem majoritariamente no Alaska e viajam para o Canadá e Rússia. A agência responsável pela pesquisa que o alcance diminuirá, e não atingirá mais Alaska e outras regiões situadas mais ao sul.
Dezembro passado, o Secretário de Interior dos Estados Unidos Dirk Kempthorme propôs designar os ursos polares como espécie ameaçada merecendo assim proteção federal sob a Lei de Espécies sob a Lei de Ameaça de Extinção (Endangered Species Act, em inglês), por causa do degelo causado pelo aquecimento global. Tal categoria é a segunda mais importante na lista do governo americano de espécies mais propensas à extinção.
O estudo foi publicado pelo Pesquisa Geológica do Departamento de Interiores do Estados Unidos (USGS, na sigla em inglês). |