Em cima da hora:
Classificados BP
1 (973) 344-4555
   Canais

 
Home Page
Ed. Sábado
Artigos
Brasileirão
Cartas do Leitor
Classificados
Ed. Anteriores
   Social Press

 
Connecticut
Manoel Oliveira
Maryland
New York
Social Press
Tô Ligado
Washington
   Colunas

 
Batucando
Gospel
Léa Campos
Opinião
   Serviços

 
Consulados
Cotação
Tradução
   Interação

 
Anuncie
Assine
Expediente
Fale Conosco
.
   Notícias do Mundo

26.09.2007 imprimir Imprimir
 

Ataques a bomba matam 37 no Iraque em menos de 24 horas

Bagdá - Ataques a bomba deixaram pelo menos 37 mortos e 74 feridos no Iraque nas últimas 24 horas, abalando o que havia sido até agora um mês relativamente tranqüilo do Ramadã - o mês sagrado para a religião islâmica, quando o Alcorão foi revelado. Ontem, pelo menos 15 pessoas foram mortas ou tiveram seus corpos encontrados nas ruas de Bagdá, enquanto em Basra houve um ataque ao quartel-general da polícia que deixou 3 mortos e 20 feridos.

Na manhã de ontem, um carro-bomba dirigido por um suicida atacou o quartel-general da polícia iraquiana em Basra, matando pelo menos três policiais e ferindo 20 outras pessoas. O ataque em Basra aumentou o receio de que a retirada das tropas britânicas, ocorrida no início de setembro, deteriorará a segurança no sul do Iraque.

O major general Absul-Jalil Khalaf, chefe da polícia de Basra, responsabilizou a Al-Qaeda no Iraque pelo ataque, embora o movimento não tenha atuação na região de Basra.

Em Bagdá, um total de 15 pessoas foram mortas em ataques ou seus corpos foram encontrados pelas ruas ontem - o que indica a ação de esquadrões da morte sectários, de acordo com a polícia. Na capital iraquiana, um par de carros-bomba explodiu simultaneamente perto de um escritório do governo e de uma agência bancária onde pessoas idosas esperavam para receber suas aposentadorias na parte leste da cidade. Seis pessoas, a maioria aposentados, foram mortas, informou a polícia.

Um soldado americano foi morto por uma bomba na província de Diyala, ao norte da capital, informou o Exército dos EUA. A morte elevou a 3,799 o número de militares americanos mortos no Iraque desde a invasão do país em março de 2003, de acordo com contagem da Associated Press.

Em Diyala, líderes provinciais tentam reviver os esforços para trazerem muçulmanos xiitas e sunitas às negociações, após um devastador ataque suicida a bomba que matou 24 pessoas na segunda-feira, entre elas o chefe de polícia da cidade de Baquba Outras 37 pessoas ficaram feridas, informaram ontem oficiais americanos e iraquianos.

A autoria do ataque de na terça-feira foi assumida ontem pelo Estado Islâmico do Iraque, uma coalizão de grupos rebeldes que inclui a Al-Qaeda no Iraque, postou uma mensagem em um site de extremistas islâmicos. "Um dos leões da esquadra de mártires, das Brigadas Abu Omar al-Kurdi, mergulhou com seu cinturão suicida de bombas em meio ao encontro de reconciliação nacional. . E Deus lhe permitiu ceifar muitos dos chefes do concílio fedorento," diz o comunicado terrorista.

As vítimas estavam reunidas em uma mesquita para uma reunião de reconciliação, durante a qual jantariam o Iftar, ou a refeição que quebra o jejum diário do amanhecer ao pôr do sol dos islâmicos durante o Ramadã.

Em Sulaimaniyah, no Curdistão iraquiano, o presidente do Iraque, Jalal Talabani, pediu novamente ontem que os americanos libertem um oficial iraniano preso na semana passada por tropas dos EUA. Os americanos disseram que o iraniano, Mahmudi Farhadi, faz parte da Força Quds, uma seção da Guarda Revolucionária Iraniana

Talabani, que é curdo, diz que os americanos não têm o direito de deter nenhuma pessoa no Curdistão porque a segurança local está sob responsabilidade dos curdos.

A prisão do iraniano aumentou a tensão entre os americanos e as autoridades iraquianas, já abalada pelo incidente de 16 de setembro, quando seguranças estrangeiros da empresa americana Blackwater mataram a tiros pelo menos onze civis iraquianos em uma praça no centro de Bagdá.

Um porta-voz do Ministério do Interior iraquiano disse ontem que foi elaborado um projeto de lei que colocará as companhias de segurança privadas sob a supervisão do ministério e fará com que seus agentes respondem às leis do Iraque.

Agentes de segurança, militares dos EUA e outros oficiais estrangeiros são imunes a julgamento pelas leis iraquianas, segundo diretiva imposta pelas autoridades de ocupação americanas em 2004. Os agentes da Blackwater são igualmente imunes às leis marciais dos EUA.
 
 
Acesse!
Enquete
Na sua opinião qual o maior problema enfrentado pelos brasileiros nos EUA?
Preconceito
Imigração
Falta de trabalho
Custo de vida
Saudades de casa
Votar
resultado parcial...
BPMagazine.com Forum BP Assine Como Anunciar Fale Conosco Cadastro Eventos Famosos Aniversários Shows
  Publicidade
.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Brazilian PressWebtiva.com | webdesign da Bahia Assine o Brazilian Press Anuncie no Brazilian Press Contatos