Após cinema e TV, Broadway é palco de greve
Depois de Hollywood, a Broadway. Assim como na meca do cinema e da televisão nos Estados Unidos, na Califórnia, o principal distrito teatral do planeta, em Nova York, não funcionou no fim de semana por causa da greve de funcionários. A paralisação deve continuar nesta segunda-feira, sem perspectiva de acordo para acabar com a greve.
Os grevistas são os auxiliares de palco, que reivindicam melhores contratos e rejeitam a possibilidade de redução nos benefícios da categoria. Já os produtores das peças querem flexibilizar as regras para contratar esses auxiliares. Segundo eles, os acordos em vigência fazem com que seja obrigatório contratar mais gente que o necessário.
Desde sábado, pelo menos 27 peças fecharam as portas, incluindo produções famosas como "O Rei Leão", "Rent", "O Fantasma da Ópera" e "Mamma Mia!". O presidente do sindicato dos auxiliares de palco, James Claffey, disse no domingo que os funcionários continuarão parados até que os produtores passem a agir de maneira "honesta".
"Queremos respeito na mesa de negociação. Sem respeito, não vamos negociar", avisou ele. A representante dos produtores, Charlotte St. Martin, reclamou dos grevistas, dizendo que a categoria "abandonou a negociação e de repente foi para a rua". Segundo ela, o sindicato "se faz de vítima", mas as regras atuais são "antigas e obscuras".
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