Em cima da hora:
Edição de Sábado
Classificados BP
1 (973) 344-4555
   Canais

 
Home Page
Ed. Sábado
Artigos
Brasileirão
Cartas do Leitor
Classificados
Ed. Anteriores
   Social Press

 
Connecticut
Flórida
Manoel Oliveira
Maryland
New York
Social Press
Tô Ligado
Washington
   Colunas

 
Áurea Alves
Batucando
Gospel
Léa Campos
Opinião
   Serviços

 
Consulados
Cotação
Tradução
   Interação

 
Anuncie
Assine
Expediente
Fale Conosco
.
   Notícias do Esporte

08.12.2007 imprimir Imprimir
 

Novatos buscam aparecer na seleção olímpica

Teresópolis - Com exceção do atacante Alexandre Pato, do Milan, os jogadores da seleção olímpica convocados para o amistoso contra os melhores do Campeonato Brasileiro, domingo, no Engenhão, são desconhecidos da maioria do público. Numa equipe de muitas caras novas, até o torcedor fica perdido, sem saber quem é quem.

"Só conheço Pato e Toró (do Flamengo)", disse o marinheiro Wilson Ferreira da Silva, de 35 anos, que assistiu na quinta-feira ao segundo treino da seleção na Granja Comary, em Teresópolis (RJ). "Aliás, quem é o Pedro Ken?", indagou o torcedor, fazendo um trocadilho com o sobrenome do meia-atacante do Coritiba.

Muitos atletas chegaram a Teresópolis sem saber o nome dos companheiros de seleção. Mas o impasse foi quebrado logo na apresentação do grupo, na quarta-feira. "Jogador sabe se relacionar. Boleiro é boleiro. Isso não muda em lugar nenhum", declarou o volante Wagner, do Cruzeiro.

O meia Thiago Neves, do Fluminense, admitiu que conhecia poucos jogadores convocados pelo técnico Dunga e ainda teve de dividir o quarto com um "rival": o meia Toró, do Flamengo. "Há Fla-Flu até na Granja Comary. Mas ele é gente boa", brincou Thiago Neves

Houve até quem se preocupou em fazer uma ‘média’ com o chefe. "O Dunga chama todo mundo pelo nome", contou o zagueiro Léo, do Grêmio. No treino coletivo da quinta-feira à tarde, no entanto, o técnico foi econômico nas citações nominais, talvez com medo de cometer algum engano, e isso ficou evidente principalmente quando se dirigia aos reservas.

Numa atividade com muitas entradas ríspidas e com futebol de baixa qualidade, o empate sem gols fez valer o que se viu em campo durante o treino coletivo. Não havia bola perdida para os jovens jogadores, mas só isso não basta.

Durante o treino, a equipe titular montada pelo técnico Dunga teve Renan; Nei, Breno, Leandro Almeida e Leonardo; Ramires, Wagner, Charles e Diego Souza; Diogo e Alexandre Pato. Pedro Odoni e Toró entraram no segundo tempo, nas vagas de Diogo e Ramires, respectivamente.

Tamanha vontade nos treinos pode ser explicada pela alta concorrência. Dunga só pode relacionar 18 jogadores para a Olimpíada de Pequim, em agosto de 2008, já que três das vagas do grupo serão destinadas aos jogadores acima do limite de idade (23 anos). Por isso, a garotada não quer perder tempo. "É um teste de fogo", resumiu Wagner.

Dos 22 convocados para esse primeiro teste da seleção olímpica, cinco disputaram a Série B do Brasileiro. São eles: o lateral-direito Apodi, do Vitória (já negociado com o Cruzeiro), o lateral-esquerdo Leonardo e o atacante Diogo, ambos da Portuguesa, e o meia Pedro Ken e o atacante Keirrison, ambos do Coritiba. "É a primeira vez, que eu me lembre, que a seleção tem tantos jogadores oriundos da segunda divisão", disse o técnico Dunga.

Ao longo da história do futebol brasileiro, a seleção olímpica sempre reuniu craques, apesar de nunca ter faturado a medalha de ouro. A lembrança mais recente é de 2004. Na época, o Brasil, sob comando do técnico Ricardo Gomes, fracassou no torneio classificatório para a Olimpíada de Atenas. Foi eliminado por Chile e Argentina, mesmo tendo um grupo que contava com a dupla Diego e Robinho, campeã brasileira de 2002 pelo Santos, e o atacante Nilmar, que despontava no Internacional.

Em 2000, a seleção olímpica tinha os meias Ronaldinho Gaúcho e Alex, mas não obteve sucesso na Olimpíada da Sydney. Já em 1996, nos Jogos de Atlanta, novo fracasso, mesmo com Ronaldo e os experientes Rivaldo, Bebeto e Roberto Carlos, que não conseguiram mais do que a medalha de bronze.

INGRESSOS - A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) anunciou que mais de 10 mil entradas já foram vendidas para a partida de domingo, no Estádio do Engenhão, no Rio. Como Muricy Ramalho não poderá comparecer ao amistoso, a seleção dos melhores do Brasileirão será comandada por Joel Santana e Caio Júnior. O time, no entanto, ainda não está definido.

 
Publicidade
Acesse!
Enquete
Na sua opinião qual o maior problema enfrentado pelos brasileiros nos EUA?
Preconceito
Imigração
Falta de trabalho
Custo de vida
Saudades de casa
Votar
resultado parcial...
BPMagazine.com Forum BP Assine Como Anunciar Fale Conosco Cadastro Eventos Famosos Aniversários Shows
  Publicidade
.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Brazilian PressWebtiva.com | webdesign da Bahia Assine o Brazilian Press Anuncie no Brazilian Press Contatos