Em cima da hora:
Edição de Sábado
Classificados BP
1 (973) 344-4555
   Canais

 
Home Page
Ed. Sábado
Artigos
Brasileirão
Cartas do Leitor
Classificados
Ed. Anteriores
   Ed. Flórida

 
Home Page
Humordido
Classificados
Editorial
Expediente
   Social Press

 
Connecticut
Flórida
Manoel Oliveira
Maryland
New York
Social Press
Tô Ligado
Washington
   Colunas

 
Áurea Alves
Batucando
Gospel
Léa Campos
Opinião
   Serviços

 
Consulados
Cotação
Tradução
   Interação

 
Anuncie
Assine
Expediente
Fale Conosco
.
   Notícias do Brasil

05.01.2008 imprimir Imprimir
 

Ingresso de dólares no Brasil é o maior em 25 anos

Brasília  - O Brasil nunca recebeu tantos dólares como em 2007. Dados divulgados quinta pelo Banco Central (BC) mostram que o ingresso de recursos mais que dobrou em relação a 2006 e atingiu US$ 87,454 bilhões no ano passado. O resultado é o maior da série histórica iniciada em 1982. O saldo da balança comercial e a aplicação recorde de investidores estrangeiros na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) explicam o número. Analistas afirmam, porém, que a entrada de dólares deve ser menor em 2008.

O resultado de 2007 foi 134,64% maior que o registrado no ano anterior. Esse salto foi garantido principalmente pelas operações ligadas ao comércio exterior, que contribuíram com US$ 76,746 bilhões. O chamado fluxo financeiro, porém, adicionou outros US$ 10,708 bilhões na conta. O total de dólares que ingressou pelas exportações cresceu 33,24%, mas o que chamou a atenção dos analistas foi o resultado financeiro, onde estão englobadas aplicações no mercado financeiro e de capitais, que terminou positivo pela primeira vez desde 2000. "O fluxo financeiro foi surpreendente. Tradicionalmente, esse número é negativo, mas a entrada de estrangeiros na Bovespa via lançamento de ações explica a mudança de sinal", diz o superintendente do Banco Banif, Rodrigo Trotta.

Os dados do BC confirmam a avaliação do especialista. No fluxo financeiro, apenas os meses de junho e julho contribuíram positivamente com US$ 13,2 bilhões. O forte volume coincide com a série de 24 lançamentos de ações na Bolsa naqueles dois meses. Mas o recorde não deve se repetir em 2008. Para Trotta, é provável que o fluxo cambial do ano termine em nível menor, com contribuição inferior da balança comercial e possibilidade de saldo negativo na conta financeira. "Devemos voltar à normalidade em 2008. Não há espaço para a repetição dos números. Na conta financeira, devemos ter números negativos ao final do ano ou, se ficar com saldo positivo, dificilmente será na magnitude de 2007", disse.

O gerente de câmbio da Fair Corretora, José Roberto Carreira, reforça a avaliação de que o fluxo cambial será mais fraco. "O próprio governo já trabalha com a possibilidade de um saldo comercial menor. Isso vai trazer conseqüências para as contas, com menor ingresso", disse.

O BC também divulgou quinta que os bancos reforçaram a posição "comprada" no mercado cambial. Isso quer dizer que as instituições aumentaram a aposta de que o dólar deve subir no futuro. Segundo o BC, bancos mantinham US$ 7,331 bilhões em contratos de compra de dólar ao final de dezembro. O valor é quase duas vezes superior à posição de novembro, que somava US$ 3,804 bilhões.

 
Publicidade
Acesse!
Enquete
Na sua opinião qual o maior problema enfrentado pelos brasileiros nos EUA?
Preconceito
Imigração
Falta de trabalho
Custo de vida
Saudades de casa
Votar
resultado parcial...
BPMagazine.com Forum BP Assine Como Anunciar Fale Conosco Cadastro Eventos Famosos Aniversários Shows
  Publicidade
.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Brazilian PressWebtiva.com | webdesign da Bahia Assine o Brazilian Press Anuncie no Brazilian Press Contatos