Em cima da hora:
Edição de Sábado
Classificados BP
1 (973) 344-4555
   Canais

 
Home Page
Ed. Sábado
Artigos
Brasileirão
Cartas do Leitor
Classificados
Ed. Anteriores
   Ed. Flórida

 
Home Page
Humordido
Classificados
Editorial
Expediente
   Social Press

 
Connecticut
Flórida
Manoel Oliveira
Maryland
New York
Social Press
Social Press 2
Tô Ligado
Washington
   Colunas

 
Áurea Alves
Batucando
Gospel
Léa Campos
Opinião
   Serviços

 
Consulados
Cotação
Tradução
   Interação

 
Anuncie
Assine
Expediente
Fale Conosco
.
   Notícias do Brasil

12.01.2008 imprimir Imprimir
 

Um ano depois, Ministério Público ainda investiga causas de acidente no metrô em São Paulo

Praticamente um ano após o acidente no canteiro de obras da futura estação Pinheiros do metrô de São Paulo, o Ministério Público estadual continua investigando as causas e os responsáveis. Sete pessoas morreram.

Segundo o promotor de Justiça criminal Arnaldo Hossepian, a expectativa é de concluir a investigação em meados deste ano. O inquérito foi instaurado no dia do acidente e mais de 50 pessoas já prestaram depoimento, entre diretores e engenheiros do metrô e do Consórcio Via Amarela, responsável pelas obras.

Estamos investigando desmoronamento, seguido de morte, na modalidade culposa, disse Hossepian, para quem a única certeza até o momento é de que uma semana antes do acidente havia sido detectada uma instabilidade no terreno. Depois disso os técnicos fizeram uma reunião na noite do dia 11 de janeiro de 2007 e concluíram que as paredes daquela estação deveriam ser reforçadas.

O Ministério Público apura se, por conta da instabilidade, os trabalhos no canteiro de obras deveriam ter sido suspensos e se havia um plano de contingenciamento no entorno, o que poderia ter evitado as sete mortes.

Caso a investigação aponte culpados, estes poderão ser punidos por negligência, imperícia e imprudência. Estamos apurando um crime cuja pena mínima é de um ano e quatro meses, prescrevendo em quatro anos. A pena máxima é de quatro anos e prescreveria em oito, disse o promotor. Em entrevista coletiva concedida na tarde de quinta (10), na sede do Ministério Público estadual, Hossepian ressaltou que essa é uma investigação sem precedentes no país e que a maior dificuldade das investigações é a retirada de material do buraco, sem colocar em risco a vida dos funcionários.

Se o preço da preservação da vida dos obreiros é a demora na conclusão do laudo e a demora na retirada do material escombrado então nós vamos optar pela demora no material escombrado. É a segurança se sobrepondo a qualquer outra preocupação, afirmou.

Em nota, o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) afirmou que foi contratado pelo metrô para investigar as causas do acidente, amparado por um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) estabelecido pelo Ministério Público e firmado no dia 2 de abril de 2007. Este Termo permitiu as escavações na estação Pinheiros para procedimentos de investigação e reparação, delegando ao Consórcio Via Amarela a responsabilidade pela escavação; ao Metrô, a fiscalização; e ao IPT e a ao Instituto de Criminalística, a investigação.

Desde o acidente, em 12 de janeiro, as obras estão paradas para que o IPT e o Instituto de Criminalística façam os laudos e a retirada do material, que será encaminhado para perícia. A previsão dos promotores é de que o canteiro seja liberado para o consórcio em meados de março cinco meses depois do previsto inicialmente , para que as obras na estação continuem a ser realizadas. O IPT informou que um mês após a liberação do canteiro, por volta do dia 20 de abril, o laudo final sobre o acidente poderá ser finalizado.

Tínhamos um horizonte de que no final de outubro [de 2007] teríamos o terreno ali já completamente escavado. No entanto, as variáveis surgidas e a necessidade de se rediscutir o procedimento adotado levaram a três meses de atraso, aproximadamente atraso completamente justificável, disse Hossepian.

Segundo Carlos Alberto Amin Filho, promotor de Habitação e Urbanismo, o TAC também estabeleceu multas para atrasos nas obras que não estejam previstas e que não sejam justificadas. Se não forem justificados [os atrasos, o Consórcio] vai sofrer a execução da multa que foi fixada em R$ 70 mil por dia. Amin Filho disse que, até o momento, foram justificados 73 dias de atraso.

Amin Filho disse ainda que os trabalhos de escavação estão sendo feitos pelo próprio Consórcio Via Amarela, mas acompanhados pelo IPT e pelo Instituto de Criminalística, o que não atrapalharia as investigações. Nada sai de lá sem o acompanhamento dos técnicos, ressaltou.

 
Publicidade
Acesse!
Enquete
Na sua opinião qual o maior problema enfrentado pelos brasileiros nos EUA?
Preconceito
Imigração
Falta de trabalho
Custo de vida
Saudades de casa
Votar
resultado parcial...
BPMagazine.com Forum BP Assine Como Anunciar Fale Conosco Cadastro Eventos Famosos Aniversários Shows
  Publicidade
.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Brazilian PressWebtiva.com | webdesign da Bahia Assine o Brazilian Press Anuncie no Brazilian Press Contatos