Imigração prende 300 imigrantes ilegais nas cidades de Little Rock e Batesville, no Arkansas, Mount Pleasant, no Texas, Live Oak, na Flórida, Moorefield, em West Virgínia e Chattanooga no Tenessee, todos trabalhavam em uma fábrica processadora de frango. Desse total 18 serão deportados, porém não permanecerão presos antes da deportação. As acusações contra eles são: uso de identificação falsa, Social Security e Green Card. Com essas acusações passaram a ser considerados como criminosos e se retornem à América e novamente presos, enfrentarão acusações mais graves e poderão pegar pena de prisão e pagar multa de até $205 mil dólares.
A empresa onde foram presos é a Piligrims Pride que emprega 54.500 trabalhadores espalhados por 15 unidades nos Estados Unidos, Porto Rico e México. Nenhum dos detidos tem envolvimento em delitos graves. O mais jovem tem 18 anos e o mais velho 59 anos. Agora resta ao serviço de imigração um problema: o que fazer com os filhos desses imigrantes que serão deportados e que nasceram na América, portanto são cidadãos americanos. O Grupo Nacional das Raças informou que desde 2005, quando o governo iniciou o programa de detenção de ilegais, mais de 500 crianças "padecem de transtornos mentais sérios, condiciones de pobreza e desarraigo familiar", diz o porta-voz do grupo e culpa o Congresso por estes danos que qualificou de "irreparáveis". Para o serviço de Imigração esta foi a maior operação realizada pelo ICE.