McCain critica propostas democratas para setor de saúde dos EUA
O candidato republicano à Presidência dos Estados Unidos, John McCain, criticou seus rivais democratas na segunda-feira devido à sua abordagem de "grande governo" no setor de saúde. Ele afirmou que enfatizará a redução de custos e a extensão da cobertura.
McCain lançou uma campanha de uma semana para marcar a mudança no foco de seus planos para a saúde. Ele irá visitar um hospital infantil de Miami e terá uma conversa com pais de crianças doentes, forçados a suportar grandes problemas com os planos de saúde e os custos.
"A América pode ter um sistema de saúde caracterizado por melhor prevenção, atendimento coordenado, relatórios de saúde eletrônicos, e expansão de limites -- e com preços mais baixos", disse McCain.
Ele apontou suas diferenças com os democratas que estão na batalha para uma vaga na competição das eleições presidenciais de novembro -- o senador por Illinois Barack Obama e a senadora por Nova York Hillary Clinton.
O debate sobre o sistema de saúde norte-americano é um dos assuntos mais importantes da campanha.
Ambos os democratas têm o objetivo de alcançar uma cobertura universal para os 47 milhões de norte-americanos sem seguro saúde. Clinton ordenaria um tipo de cobertura para todos os indivíduos, enquanto Obama ordenaria somente um plano para crianças.
"Esta é a diferença fundamental entre mim e o senador Obama e a senadora Clinton. Eles querem que os governos tomem as decisões, eu quero que as famílias tomem as decisões", disse ele a repórteres.
O plano de McCain inclui um imposto de 2.500 dólares para indivíduos e 5 mil dólares para famílias. Seria possível adquirir planos de saúde por meio de qualquer organização, reduzindo mas não eliminando a dependência de planos fornecidos por empregadores. |