Em cima da hora:
Classificados BP
1 (973) 344-4555
   Canais

 
Home Page
Ed. Sábado
Artigos
Brasileirão
Cartas do Leitor
Classificados
Ed. Anteriores
Fotos
Orkut
   Ed. Flórida

 
Home Page
Humordido
Classificados
Editorial
Expediente
   Social Press

 
Connecticut
New York
Social Press
   Colunas

 
Batucando
Dajosan
Léa Campos
Opinião
   Serviços

 
Consulados
Cotação
Tradução
   Interação

 
Anuncie
Assine
Expediente
Fale Conosco
 
   Notícias do Brasil

07.05.2008 imprimir Imprimir
 

Equipes de resgate já localizaram 15 corpos vítimas do naufrágio

Manaus - O barco regional Comandante Sales, que conduzia cerca de 80 passageiros, tombou na madrugada de domingo (4), na margem esquerda do rio Solim ões, no interior do Amazonas, e vitimou, até o momento, pelo menos 20 pessoas. Segundo as equipes de resgate, 15 corpos já foram retirados do rio até as 16 horas de domingo (4).

Lanchas, um navio da Patrulha Fluvial e um helicóptero da Marinha auxiliam a equipe de resgate formada por 100 homens das polícias Civil e Militar, do Corpo de Bombeiros, da Marinha e das Defesas Civil de Manaus e do município de Manacapuru.

A tragédia ocorreu 20 minutos depois que a embarcação deixou a comunidade Lago Pesqueiro com destino a Manacapuru (cidade que fica a 68 quilômetros de Manaus). A viagem duraria pelo menos 1h20.

O barco, segundo testemunhas e sobreviventes, estava superlotado. No momento do acidente chovia forte e as águas do rio eram agitadas por um intenso "banzeiro" (pequenas ondas).

Os passageiros da embarcação retornavam da festa do Raimundo Souza, patrocinada por uma família tradicional da região, que vive na comunidade Lago Pesqueiro. A festa é realizada anualmente, no dia 3 de maio.

Para entrar no barco, cada passageiro desembolsou R$ 5. Segundo a Marinha, havia 80 pessoas na embarcação, mas agentes das polícias Civil e Militar do Amazonas, que participam do resgate, dizem que o número de passageiros pode chegar a 120.

A equipe de resgate já sabe que terá muita dificuldade para mensurar o número correto de passageiros, uma vez que não há um número exato de pessoas que estavam no barco, no momento do acidente. A tripulação da embarcação não tinha uma lista dos passageiros.

Segundo o policial civil Mauro Pessoa, que esteve no local do acidente, no momento em que a equipe de resgate chegou ao local, muitos corpos estavam enrolados em redes de dormir. "A maior dificuldade foi retirar as pessoas que ficaram presas dentro dos camarotes", relatou o agente civil.

De acordo com Pessoa, parte dos passageiros foi salva por pescadores que passavam pela região na hora do naufrágio. Outros sobreviventes conseguiram nadar até a margem esquerda do Solimões.

O prefeito de Manacapuru, Washington Régis, afirmou que toda a cidade está consternada com a tragédia. Segundo ele, o número de vítimas só não foi maior porque policiais militares chegaram a retirar, à força, passageiros de dentro da embarcação antes da travessia. "Mas muita gente acabou se escondendo e conseguiu viajar", disse.

Para Régis, é preciso criar uma "cultura de segurança" dentro das embarcações, para que acidentes como esse possam ser evitados. "Se a própria tripulação não tomar consciência disso, fica difícil resolver o problema só com o poder de polícia".

INQUÉRITO - O acidente ocorreu entre 5h30 e 5h45 de domingo (4). No momento do naufrágio, havia uma forte tempestade. O 9º Distrito Naval da Marinha vai abrir inquérito para punir os proprietários da embarcação, a qual, segundo informou a assessoria de comunicação do distrito, não tinha autorização nem para transportar cargas nem passageiros.

De acordo com o tenente Lenilton Araújo, da assessoria de imprensa da Marinha em Manaus, o inquérito administrativo para apurar o acidente será coordenado pela Capital Fluvial da Amazônia Ocidental e terá prazo inicial de 90 dias para ser concluído, podendo ser prorrogado por até um ano.

RESGATE DIFÍCIL - A água barrenta do rio Solimões e a forte correnteza dificultam as equipes de resgate na procura de corpos Até o fim da tarde de domingo (4), 20 pessoas se apresentaram a autoridades policiais, em Manacapuru, dizendo serem sobreviventes da tragédia.

Em virtude da forte correnteza, o barco foi amarrado a outras duas embarcações, nas águas do Solimões. No domingo (4) à tarde, o Corpo de Bombeiros decidiu montar uma barreira flutuante, com bóias e redes, em frente à comunidade Bela Vista, a 30 quilômetros do local do acidente, numa tentativa de evitar que os corpos desapareçam pelo rio.

 
Comente sobre esta matéria:
 
nome:  
e-mail:  
assunto:  
Mensagem:  
   
Publicidade
Acesse!
Enquete
Na sua opinião qual o maior problema enfrentado pelos brasileiros nos EUA?
Preconceito
Imigração
Falta de trabalho
Custo de vida
Saudades de casa
Votar
resultado parcial...
BPMagazine.com Forum BP Assine Como Anunciar Fale Conosco Cadastro Eventos Famosos Aniversários Shows
  Publicidade
.
 
 
 
 
 
 
 
 
  clique para ampliar
Brazilian PressWebtiva.com | webdesign da Bahia Assine o Brazilian Press Anuncie no Brazilian Press Contatos