Em cima da hora:
Classificados BP
1 (973) 344-4555
   Canais

 
Home Page
Ed. Sábado
Artigos
Brasileirão
Cartas do Leitor
Classificados
Ed. Anteriores
Fotos
Orkut
   Ed. Flórida

 
Home Page
Humordido
Classificados
Editorial
Expediente
   Social Press

 
Connecticut
New York
Social Press
   Colunas

 
Batucando
Dajosan
Léa Campos
Opinião
   Serviços

 
Consulados
Cotação
Tradução
   Interação

 
Anuncie
Assine
Expediente
Fale Conosco
 
   Notícias dos Estados Unidos

07.05.2008 imprimir Imprimir
 

Grupo de direitos humanos denuncia alto nível de racismo nos EUA

O debate sobre a imigração avivou o ódio racista e a proliferação, nos Estados Unidos, de grupos extremistas, segundo um relatório divulgado hoje pela organização de direitos humanos Centro Legal sobre a Pobreza no Sul dos EUA (SPLC, na sigla em inglês).

A entidade, com sede em Maryland, disse hoje que as estatísticas policiais indicam que, de 2003 a 2006, os crimes de ódio contra os latinos aumentaram 35%.

Os grupos que fomentam o ódio racial cresceram 5% em 2007, até 888, 44 mais que em 2006, afirmou Mark Potock, do SPLC. O crescimento desses grupos pode ser atribuído à "exploração feita pelos grupos de ódio do debate sobre a imigração e se soma a outros 300 grupos antiimigrantes que se formaram nos últimos três anos", acrescentou.

O SPLC inclui em sua classificação de grupos de ódio organizações e movimentos como agrupamentos neonazistas, separatistas negros, gangues de motociclistas, a Liga de Defesa Judaica, e a Igreja Nova Jerusalém.
Este ano, o SPLC acrescentou em sua lista a Federação Americana pela Reforma de Imigração (Fair, na sigla em inglês), organização que, em seu site, rejeita essa qualificação. De acordo com o FBI (polícia federal americana), os "crimes de ódio e preconceito, que vão desde os linchamentos à queima de cruzes e destruição de sinagogas, são um fato triste da história dos EUA". Outros 15,5% tiveram relação com a orientação sexual das vítimas e 12,7% "se deveram à origem étnica ou nacional".

Além disso, 66,4% dos crimes por motivos raciais foram originados por preconceito do agressor contra os negros; 21% de ódio contra os brancos, e o resto sofreu violência por ter origem asiática ou indígenas americanos.

Para o FBI, os ataques contra os hispânicos não respondem a "preconceitos raciais", mas à origem nacional.

Entre as vítimas de delitos de origem étnica ou nacional, 62,8% foram atacados pelo preconceito contra hispânicos, segundo dados do FBI.

As estatísticas policiais também indicam que os autores desses crimes eram brancos (58,6%), negros (20,6%) e indivíduos "de raças múltiplas" (5,7%).

Relatório da ONU

O racismo e a discriminação a certas minorias étnicas continuam em diversos setores dos Estados Unidos, do acesso à moradia e à escola até a justiça, segundo as conclusões divulgadas pelo Comitê da ONU para a Eliminação da Discriminação Racial.

O documento afirma que minorias como os afro-americanos e os hispânicos "estão concentrados de forma desproporcional em áreas residenciais pobres caracterizadas por condições de moradia inferiores, com oportunidades limitadas de emprego, acesso inadequado à saúde, escolas mal dotadas e alta exposição ao crime e à violência".

O comitê, por isso, pede para que o Governo americano intensifique seus esforços para reduzir "o fenômeno da segregação residencial baseada na origem racial, étnica ou natural".

O organismo da ONU se diz preocupado com "a persistência de uma segregação racial nos colégios públicos" e pede a análise das causas deste fenômeno para elaborar estratégias efetivas para seu fim.

O texto também constata discriminação racial no sistema de justiça criminal, com um desproporcional número de pessoas pertencentes a minorias entre a população reclusa, "o que se deve supostamente ao tratamento mais severo que estes acusados, especialmente os afro-americanos, recebem em vários períodos do processo criminal".

Também critica o "diferente impacto" que teve o furacão Katrina, em 2005, nos residentes afro-americanos de baixa renda, "muitos dos quais continuam desabrigados mais de dois anos depois" do desastre natural.

Por isso, pede à administração que aumente seus esforços para facilitar o retorno dos desabrigados a seus lares ou lhes garanta o acesso à moradia.

 
Comente sobre esta matéria:
 
nome:  
e-mail:  
assunto:  
Mensagem:  
   
Publicidade
Acesse!
Enquete
Na sua opinião qual o maior problema enfrentado pelos brasileiros nos EUA?
Preconceito
Imigração
Falta de trabalho
Custo de vida
Saudades de casa
Votar
resultado parcial...
BPMagazine.com Forum BP Assine Como Anunciar Fale Conosco Cadastro Eventos Famosos Aniversários Shows
  Publicidade
.
 
 
 
 
 
 
 
 
  clique para ampliar
Brazilian PressWebtiva.com | webdesign da Bahia Assine o Brazilian Press Anuncie no Brazilian Press Contatos