Em cima da hora:
Edição da Flórida
Classificados BP
1 (954) 719-1020
   Canais

 
Home Page
Ed. Sábado
Ed. Flórida
Ed. Anteriores
Classificados
Humordido
Artigos
Brasileirão
Cartas do Leitor
   Social Flórida

 
O Rappa
Pizza Express
Barriga Cheia
Festa Junina
   Colunas

 
Com a palavra
Economia
Chef Henrique
Opinião
   Serviços

 
Consulados
Cotação
Tradução
   Interação

 
Anuncie
Assine
Expediente
Fale Conosco
.
   Notícias Esporte

05.07.2008 imprimir Imprimir
 

LDU vence Fluminense nos pênaltis e conquista a Copa Libertadores

Rio - O futebol brasileiro assistiu, na quarta-feira, a mais um Maracanazo, 58 anos depois da derrota da seleção brasileira para o Uruguai na final da Copa do Mundo de 1950. Badalado, favorito, dono da melhor campanha da Libertadores, o Fluminense teve de amargar o vice-campeonato ao perder da LDU, do Equador, por 3 a 1 na disputa por pênaltis, após ter vencido por 3 a 1 no tempo normal e ficado no 0 a 0 na prorrogação.

Primeiro time equatoriano campeão da história da Libertadores, a LDU, que vencera os brasileiros em Quito por 4 a 2, vai agora disputar o Mundial de Clubes, em dezembro, no Japão - Manchester United, Pachuca (México) e Waitakere United (Nova Zelândia) também já estão classificados. O Flu comemorou antes do jogo e depois dele saiu chorando, como a sua torcida, que lotou o Maracanã - mais de 80 mil pessoas.



O Fluminense precisava superar inúmeros obstáculos. Alguns criados pelo próprio time. Como o nervosismo, revelado por grande precipitação para tentar as jogadas, defeito que teve como conseqüência inúmeros erros de passe. Além de um pecado que se mostraria mais grave: a pane geral da defesa, que passou a primeira etapa cometendo erros de posicionamento, bolas incrivelmente perdidas e o oferecimento de um espaço à LDU que nem a desculpa de que aos equatorianos interessava os contra-ataques podia ser aceita como justificativa para tal facilidade.

Foi graças a uma das diversas panes da defesa tricolor que a tarefa, que já estava difícil, ficou ainda mais complicada. Aos 6 minutos, após Guerron ganhar com grande tranqüilidade uma bola que parecia dominada por Júnior César, Bolaños fez 1 a 0 para a LDU. O sonho parecia ter ficado impossível. E a zaga do Fluminense insistia em errar.

Mas o time carioca também enfrentou obstáculos criados pelos equatorianos, claro. O principal deles foi o antijogo, tática reprovável, mas compreensível para uma equipe que entrou no campo adversário com vantagem de dois gols. A LDU queria fazer o tempo passar, irritando os tricolores. Nisso, contou com a ajuda do árbitro argentino Héctor Baldassi, que preferia gesticular, fingindo estar dando bronca, a advertir com mais rigor os equatorianos.

Permitir que a LDU segurasse demasiadamente o jogo foi, por parte do argentino, um erro tão grave como o pênalti não marcado em Washington, aos 31 minutos do primeiro, numa jogada em que o atacante tricolor foi claramente seguro por um zagueiro adversário - depois, na prorrogação, cometeu outro erro grave ao anular gol legítimo dos visitantes.

Naquela altura, o Flu já havia virado a partida, graças a Thiago Neves, o mais lúcido de seus jogadores na primeira etapa. Ele marcou aos 11, num chute de fora da área, que entrou do lado esquerdo do fraco goleiro Cevallos, e aos 27 minutos, concluindo um cruzamento de Cícero, que soube, no início da jogada, aproveitar um cochilo da zaga equatoriana.

A equipe da LDU, aliás, mostrou uma incoerência em seu sistema de marcação. Fazia-a bem, de intermediária a intermediária. Mas, na entrada de sua área, demonstrava grande fragilidade. Defeito que o Flu não soube aproveitar com mais efetividade, pois jamais conseguir pressionar por vários minutos seguidos.

Apesar das falhas, Thiago Neves preferiu sair para o intervalo enfatizando o fato de o time estar lutando. E profetizou: "Tenho mais um ou dois (gols) no estoque". O segundo tempo mostraria que ele estava certo.

O Fluminense voltou para o segundo tempo com Dodô, que a torcida havia pedido pela primeira vez de maneira mais contundente aos 23 minutos da primeira etapa, no lugar de Ygor. Os equatorianos chegaram a colocar uma bola na trave de Fernando Henrique. Mas o Flu também havia acertado a trave de Cevallos, com o próprio Dodô, aos 7 minutos.

Aos 11, Thiago Neves foi buscar em seu estoque um gol de falta, que ele mesmo sofreu. Flu 3 a 1, a decisão iria para a prorrogação. O time carioca continuou martelando, criando chances e se expondo. Não deixou jamais de tentar, mas teria de lutar pelo título na prorrogação. Faltou o gol, e a decisão foi para os pênaltis.

Conca, Thiago Neves e Washington falharam - todas as cobranças defendidas pelo goleiro Cevallos. Só Cícero marcou para o Fluminense. Os equatorianos foram mais eficientes e marcaram três vezes, com Urrutia, Salas e Guerron - só Campos errou. Tristeza no Maracanã para os tricolores. Festa da LDU, no Rio e em Quito.

 
Comente sobre esta matéria:
 
nome:  
e-mail:  
assunto:  
Mensagem:  
   
Publicidade
Acesse!
Enquete
Na sua opinião qual o maior problema enfrentado pelos brasileiros nos EUA?
Preconceito
Imigração
Falta de trabalho
Custo de vida
Saudades de casa
Votar
resultado parcial...
BPMagazine.com Forum BP Assine Como Anunciar Fale Conosco Cadastro Eventos Famosos Aniversários Shows
  Publicidade
.
 
 
 
 
 
 
 
 
Brazilian PressWebtiva.com | webdesign da Bahia Assine o Brazilian Press Anuncie no Brazilian Press Contatos