Em cima da hora:
Edição da Flórida
Classificados BP
1 (954) 719-1020
   Canais

 
Home Page
Ed. Sábado
Ed. Flórida
Ed. Anteriores
Classificados
Humordido
Artigos
Brasileirão
Cartas do Leitor
   Social Flórida

 
Copacabana
Noite Baiana
Best Wishes Ana
Gerenca
   Colunas

 
Com a palavra
Economia
Chef Henrique
Opinião
   Serviços

 
Consulados
Cotação
Tradução
   Interação

 
Anuncie
Assine
Expediente
Fale Conosco
.
   Notícias Esporte

19.07.2008 imprimir Imprimir
 

Brasil perde para Grécia no Pré-Olímpico de Basquete

Atenas - Aconteceu o previsto, mas não o esperado. A seleção brasileira masculina de basquete contava com uma derrota para a forte seleção da Grécia no Torneio Pré-olímpico Mundial. E isso, de fato, ocorreu. Mas o que incomodou o técnico espanhol Moncho Monsalve foi a maneira como a equipe do Brasil se comportou na partida da quarta-feira, em Atenas: perder por 89 a 69, com uma diferença de 20 pontos no placar, foi além do que o comandante imaginava.

Dificuldades na defesa, ansiedade na hora de definir bolas e a perda de equilíbrio de jogo. Problemas que, segundo Moncho, não podem acontecer no decisivo duelo contra a Alemanha, na sexta-feira, pelas quartas-de-final do Pré-Olímpico. Mesmo porque, em caso de derrota para os alemães, o Brasil estará definitivamente fora da briga por uma das últimas três vagas para a Olimpíada de Pequim.

"A verdade é que só jogamos basquete por 10 minutos", avaliou o treinador espanhol, referindo-se ao consistente primeiro quarto da equipe brasileira, quando todos os seis lances livres, por exemplo, foram convertidos, e o Brasil terminou a etapa apenas um ponto atrás do adversário (18 a 17).

No segundo período, porém, a seleção brasileira perdeu a concentração e entrou no jogo da Grécia. "Foi incrível como eles nos mataram com a defesa", surpreendeu-se Moncho. "Eles vieram com uma defesa agressiva, jogando no limite das faltas e nós não soubemos fazer as nossas jogadas", lamentou o pivô Tiago Splitter, cestinha da partida com 20 pontos.

O Brasil, então, perdeu muitas bolas. E, sem poder utilizar o armador Marcelinho Huertas, já com quatro faltas, deixou a vantagem grega aumentar para 10 pontos. Embora a equipe tenha casa tenha tido apoio maciço de sua torcida - a Arena Olímpica estava com seus 20 mil lugares quase que totalmente preenchidos, com ingressos que variavam de 20 a 60 euros -, os brasileiros acreditam que o trio de arbitragem é quem acabou sentindo a pressão do ginásio lotado.

"O ginásio cheio, na partida contra os donos da casa, pode ter mudado um pouco as decisões dos árbitros", admitiu o ala Alex Garcia, capitão da seleção brasileira, que encerrou a partida também com quatro faltas. "Não concordamos com algumas decisões e acho que algumas faltas marcadas foram desnecessárias", continuou o pivô Ricardo Probst, que, junto com o ala Jonathan Tavernari, foi o reserva que mais tempo ficou em quadra.

Na sexta-feira, contra a Alemanha, o Brasil terá seu jogo-chave na competição. A última partida em que não pode perder se ainda quiser sonhar com a vaga olímpica - mesmo se for à semifinal e acabar derrotado, a seleção brigará pela classificação quando decidir o terceiro lugar. "Estamos aqui para vencer três dos nossos cinco jogos", lembrou Ricardo Probst.

Enquanto isso, Moncho faz questão de lembrar que apenas com a regularidade e a força dos primeiros dez minutos do jogo da quarta-feira é que será possível chegar à segunda vitória na competição, contra a Alemanha, e continuar sonhando com a vaga olímpica.

 
Comente sobre esta matéria:
 
nome:  
e-mail:  
assunto:  
Mensagem:  
   
Publicidade
Acesse!
Enquete
Na sua opinião qual o maior problema enfrentado pelos brasileiros nos EUA?
Preconceito
Imigração
Falta de trabalho
Custo de vida
Saudades de casa
Votar
resultado parcial...
BPMagazine.com Forum BP Assine Como Anunciar Fale Conosco Cadastro Eventos Famosos Aniversários Shows
  Publicidade
.
 
 
 
 
 
 
 
 
Brazilian PressWebtiva.com | webdesign da Bahia Assine o Brazilian Press Anuncie no Brazilian Press Contatos