PRECONCEITO OU MEDO?
Política, Religião e futebol não devem ser temas de discussão, porque são polêmicos e nunca aponta um vencedor, já que cada um tem sua preferência.
Marta Suplicy está novamente na mídia com apelativos que tentam destruir uma imagem ou pelo menos criar a dúvida sobre a preferência sexual do seu oponente, como se nos dias de hoje ser homossexual seja desonra para alguém.
O prefeito de New York é solteiro e nem por isso sua sexualidade é questionada, em uma das principais cidades de Colômbia o prefeito é homossexual assumido e não é por isso que ele deixa de ser um bom prefeito, pois como ele mesmo disse, governa com a cabeça e com a inteligência e não com outra parte do corpo.
Quando participava do programa TV Mulher da Rede Globo em S.P. ela apregoava a liberdade sexual sem restrições.
Como Deputada Federal sempre foi aliada dos homossexuais, lésbicas e afins, sendo autora do projeto que permite o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Por que este preconceito agora?
Aliás, segundo Lula, está havendo uma campanha contra a candidata do PT por preconceito. De quê?
Segundo ele Marta “nunca foi perdoada pela elite por ter sido defensora dos direitos dos mais pobres e das minorias, como os homossexuais”.
Se incluindo na chamada elite, Lula prossegue: “quando tínhamos esse preconceito, ela defendia os homossexuais na TV, sendo partícipe das paradas gays, quem endeusava a Av. Paulista naquelas paradas? Ela, Marta”, concluiu olhando para um canto onde ondulava uma bandeira arco-íris, símbolo gay.
De que elite Lula fala? Marta é neta de barões e casou-se com Eduardo Matarazzo Suplicy, bisneto de Eduardo Suplicy, um dos patriarcas da elite paulista.
Marta se divorciou em 1961, mas não abdicou do sobrenome pomposo do ex- marido, que de certa forma proporciona “status” e apesar de haver se casado novamente, com o argentino Felipe Belisário, vulgo Luis Favre,continua usando o sobrenome antigo.
Se a elite a prejudica tanto e é tão preconceituosa, por que Marta não divorcia do apelido do ex-marido e passa a chamar Marta Belisário ou Marta Favre?
Porque são sobrenomes comuns e não arrastam voto ou porque não pertencem à elite brasileira?
Depois de ter sido eleita prefeita de São Paulo e estando na Câmara de deputados desde 1995 até hoje e ter ficado em terceiro lugar na disputa do governo de São Paulo, creio ser estupidez dizer que está havendo preconceito contra a candidata do PT.
O paulista não é bobo, já sabe do que ela é capaz estando no poder e não deseja repetir a dose. Não se trata de preconceito e sim medo de mais corrupção.
Solteiro ou casado, transexual ou homossexual, o importante é exercer o cargo sem corrupção e sem proveito próprio.
O povo está separando o joio do trigo, está provado que o “repeteco” do Planalto foi um grande mal para o povo e não quer fazer o mesmo em São Paulo.
As propostas de Marta são as mesmas que ela não cumpriu quando esteve na prefeitura paulista, logo para que elegê-la novamente?
O enfrentamento entre as polícias paulistas (militar e civil) segundo Lula foi armado pelo PSDB, entretanto deputados PeTralhistas e aliados do governo afirmaram que a paralisação da polícia civil em São Paulo conta com o apoio explícito da Forca Sindical e da Central Única dos Trabalhadores (CUT), que apóiam a candidatura petista à prefeitura paulista.
O brasileiro está despertando para votar com responsabilidade e com seriedade, já não podemos acreditar em promessas que sabemos jamais serão cumpridas.
Se olharmos sem partidarismo, o atual governo está inaugurando obras iniciadas há mais de 10 anos, não se tem notícias de um projeto que foi iniciado e terminado pelo governo Lula e ainda querem terceiro mandato.
Deus proteja o Brasil!
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