PARAÍSOS FISCAIS
Como tudo está bem no Brasil! Não existe corrupção. Não existe nenhum tipo de banditismo. Não existe mensalão. A saúde do povo está melhor que nunca. Não existe insegurança. Crianças e jovens estão estudando. Não falta escola para ninguém. Sobram vagas no SUS. Os aposentados estão recebendo pelo que pagaram para receber. O salário é o mais alto do mundo. Todos vivem em excelentes casas. Não falta comida na mesa do brasileiro. Em cada esquina são distribuídos medicamentos para os que por casualidade não podem comprar. O presidente do país do faz-de-conta tem que inventar alguma forma de gastar o dinheirinho brasileiro, já que não há como fazê-lo na pátria dos tupiniquins.
Brincando de presidente, Lula assinou alguns decretos publicados dia 19, no Diário Oficial da União, criando algumas embaixadas.
Vejamos onde: São Cristóvão e Nevis, uma ilha de 261 km2 com uma população de 39.129 pessoas cujo idioma é o inglês, sistema de governo Monarquia Parlamentarista, que tem como parceiros comerciais EUA, Reino Unido e países membros do Caricom, é o menor paraíso fiscal da América Central.
Dominica, (não confundir com República Dominicana), uma ilha tão pequena que não se vê bem no mapa mundi com 754 km2 e uma população de 73 mil pessoas onde a maioria (91%) é afro-americano, o patois é o idioma comum, embora fala-se o inglês, oferece um verdadeiro paraíso proporcionado pela natureza, mas o mais importante é o paraíso fiscal que facilita a vida de muitos.
São Vicente e Granadinas com 389 km2 ocupados com 117193 habitantes, tem como chefe de Estado a Rainha Elizabeth II, representada pelo governador
Geral Sir Fredrick Nathaniel e o chefe de governo é o Primeiro Ministro
Ralph Gonçalves, desde 2001 e é indicado pelo Governador Geral, não há eleições e não existe comércio bi lateral com o Brasil. Antigua e Barbuda com 442 km2 com uma pequena população de 68.320 dos quais a maioria ( 91,3%) é afro-americana, a afinidade com nosso país está na barba do PresidenTe do Brasil, no nome da Ilha e no paraíso fiscal. Bangladesh com 143.998km2 e 154.037.902 habitantes, além da superpopulação por km2, 90% de seu povo sofre de desnutrição crônica.
Creio que a intenção do desgoverno brasileiro de colocar uma Embaixada em Dhaka (Dacca), é tão somente para facilitar a distribuição do dinheiro que está sobrando no país do Carnaval e do Futebol.
Ao instalar essas Embaixadas nessas ilhotas, o que vai proporcionar é gasto com pessoal brasileiro no exterior e não haverá retorno, os governos dessas ilhas não exigem vistos dos brasileiros que queiram conhecer o país, pelo tratado de reciprocidade a nível mundial, o Brasil não pede visto também. Como não existe parceria comercial deduz-se que a única razão para se fazer esse gasto é facilitar a fuga de divisas para ditos paraísos fiscais.
Levando em conta que o Brasil é o pais dos PeTralhas, tudo acontece e nada é feito para frear os desmandos.
Paulo Maluf desviou dinheiro do governo paulista para os EEUU, ficou tudo comprovado e o judicial brasileiro não fez nada. Por que? Porque o poder judiciário é o poder do faz-de-conta como tudo no país. O legislativo é igual. Enfim os três poderes se parecem com a Santíssima Trindade: o Pai é Deus, o Filho é Deus e o Espírito Santo é Deus, então são três, não são três pessoas distintas e um só Deus, são três poderes supostamente independentes: Legislativo, Judiciário e Executivo, mas quem manda é o presidente.
É difícil de entender, mas não impossível. Enquanto outros presidentes na América do Sul tentam se perpetuar para continuar mandando, o PresiMenTe brasileiro manda sem ter que fazer muita força.
Usando a lei do Gerson, o famoso jeitinho brasileiro, o presidente dos PeTralhas faz o que quer e ninguém reage, pois sua vontade é lei.
Se não houver união no país e uma tomada séria de posição, nossa maravilhosa pátria será destruída pelos PeTralhistas, não teremos candidatura indefinida, mas teremos o ParTido indefinidamente no poder.
Votar não é uma obrigação é um direito cívico. PeTralhas nunca mais. Informar é um privilégio, informar corretamente uma obrigação. |