Ed. Sábado
 
Home Page
 
    Dólar
Compra: $1,85
Venda: $1,85
.
    Classificados
 
  CLIQUE AQUI
  1 (973) 344-4555
 
    Versões Impressas
 
  CLIQUE AQUI
 
    Notícias
 
Home Page
Ed. Sábado
E V E N T O S
M U S A   BP
Brasileirão
Cartas do Leitor
Ed. Anteriores
Fotos
Orkut
Twitter
 
    Social Press
 
Connecticut
New York
Social Press
 
    Ed. Quarta (acesse)
clique para ampliar
 
    Colunas
 
Dajosan
Léa Campos
Opinião
Cozinha com Celina
Imigração
Empreendedor
 
    Serviços
 
Consulados
Cotação
Tradução
 
    Interação
 
Anuncie
Assine
Expediente
Fale Conosco
 
leitores online
 
  Publicidade
 
  Notícias . Brasil

15.08.2009 imprimir Imprimir
 

Meirelles diz que bancos privados voltarão a ganhar mercado quando sistema se normalizar

São Paulo - O presidente do Banco Central (BC), Henrique Meirelles, negou ontem (14) que os bancos privados estejam com dificuldade para acompanhar os bancos públicos na oferta de crédito e na taxa de juros. Segundo ele, isso foi apenas um fato datado, ocorrido durante a crise econômica mundial, e os bancos privados voltarão a ganhar mercado quando houver “normalização do sistema”.

“Isso não é historicamente fato no Brasil", afirmou Meirelles. Ele explicou que isso ocorreu num período em que houve uma ação contracíclica dos bancos públicos, quando se registrou uma contração de crédito generalizada.

De acordo com Meirelles, o fato de o Banco do Brasil ter se tornado o maior banco em ativos do país pode ser explicado pelo fato de os bancos públicos terem exercido um movimento contracíclico à crise.

“Eles [bancos públicos] estavam sendo beneficiados por aumento de depósito em função da busca de segurança. Então, eles puderam exercer com segurança um papel contracíclico de expansão do crédito e uma queda gradual dos spreads [diferença entre a taxa de captação e a taxa cobrada dos clientes] em direção à normalidade que vigorava antes do início da crise. Com isso, os bancos públicos ganharam mercado e é natural agora que o setor privado procure recuperar esse mercado, voltando a competir e a expandir crédito a taxas um pouco mais fortes”, afirmou o presidente do BC.

Na entrevista, Meirelles também descartou que os bancos públicos estejam praticando “taxas insustentáveis”, como foi dito nesta semana pelo presidente do Banco Itaú-Unibanco, Roberto Setúbal. “Não temos no momento essa avaliação”, afirmou. m entrevista, Ele preferiu não fazer projeções sobre uma possível queda na taxa de juros.

Perguntado se o Banco Central estaria preocupado e pensando em adotar alguma medida para conter a excessiva valorização do real com relação ao dólar, Meirelles disse que a instituição não tem meta de câmbio. “O Banco Central tem meta de inflação, e o que temos é uma política de acúmulo de reservas visando a aumentar a resistência do país à crise”, afirmou Meirelles. Ele explicou que o BC comprou dólares durante um longo período no “momento em que os fluxos eram de saída” e agora está no “momento de recomprar”.

Sobre a possibilidade de candidatar-se a governador de Goiás nas próximas eleições (2010), Meirelles afirmou que só deverá se decidir em março do próximo ano.
 
 
Comente sobre esta matéria:
 
nome:  
e-mail:  
assunto:  
Mensagem:  
   
 
 
  Publicidade
.
 
 
 
 
 
WebtivaHOSTING | webtiva.com . Webdesign da Bahia!
| ANUNCIE | ASSINE | EXPEDIENTE | CLASSIFICADOS | FALE CONOSCO |
| Copyright © 2006-2009 . Brazilian Press . Todos os direitos reservados.
BPMagazine.com Forum BP Assine Como Anunciar Fale Conosco Cadastro Eventos Famosos Aniversários Shows