EUA negam julgamento à distância de Polanski
Um juiz de Los Angeles negou nesta sexta-feira (22) um pedido dos advogados de Roman Polanski para que o cineasta seja sentenciado à distância, nos Estados Unidos, onde é considerado fugitivo por um crime sexual cometido em 1977.
A vontade dos advogados de Polanski tinha respaldo de Samantha Geimer, a mulher com a qual o cineasta confessou ter feito sexo três décadas atrás, quando ela tinha 13 anos.
"Ele precisa comparecer. Seu pedido está negado", disse o juiz Peter Espinosa em uma audiência nesta sexta.
Polanski, 76, está em prisão domiciliar na Suíça, depois de ser detido em setembro a pedido da Justiça americana quando chegava para participar de um festival de cinema.
Promotores, que há muito tempo tentam trazer Polanski de volta a Los Angeles, disseram que seriam contra qualquer proposta de julgá-lo até que ele compareça fisicamente ao tribunal. Considerado foragido pela Justiça norte-americana, Polanski está tentando ao máximo evitar a extradição para os Estados Unidos. |