COMEÇA A CORRIDA (II)
Já sabemos que o pobre, tão alardeado nas campanhas de Lula, não foi encontrado por ele em seus dois mandatos, somente nos governos anteriores ao seu havia pobre, agora não, pois segundo o que ele apregoa ao mundo, no Brasil não há pobreza e que o brasileiro faz três refeições diárias. Realmente: um pãozinho quando levanta, outro ao meio dia e outro antes de deitar. O pobre brasileiro que Lula faz crer ao mundo que não existe, continuará dormindo em casinhas de papelão a espera de um presidente que faça alguma coisa pela comunidade menos favorecida sem prometer nada mirabolante. Queremos coisas simples. O pobre usa seu status até para pedir. A humildade a que estão acostumados a viver o impede de pedir grandes coisas.
Nem o PAC, nem o Minha Casa minha Dilma, decolou ainda, tanto que a promessa de construir dois milhões de casas para a população de baixa renda, (até um salário mínimo), continua no papel e até agora foram construídas apenas 247 mil unidades contratadas de março a dezembro do ano passado, segundo o balanço da Caixa Econômica.
Lula sabe que a habitação é tremenda bandeira para engalobar o eleitorado mais uma vez. Prometer casas ilude a qualquer ser humano. Todos queremos ter nossa casa própria e o voto não nos custa dinheiro, por isto muitos o trocam pelas promessas feitas nas bonitas retóricas elaboradas por pessoas hábeis em aplicar golpes.
A expectativa do governo é que até junho, ( data quando iniciará (?) a campanha pró Dilma), o programa chegue a 800 mil unidades se em nove meses construíram 247 mil como vai querer construir 553 mil em apenas 3 meses? É mais uma falsa promessa e mais uma isca para pescar votos.
O governo vai mostrar as casas já construídas em diversos ângulos e dirá que são as novas casas. Pura falsidade! Se conseguir este número completará a mentira dizendo que a meta do PT é construir 8 milhões de casas em 10 anos para a população de baixa renda, o que certamente embriagará o coração do pobre carente de tudo até de um presidente que fala a verdade.
“Isso é suficiente para cobrir o déficit habitacional do país comenta Paulo Safady, presidente da Câmara Brasileira de Construção(CBIC).
Nesse passo de tartaruga nem em 50 anos será possível. O projeto político-eleitoral anuncia ainda os 54 projetos que receberão recursos do pró-moradia, um outro programa habitacional cujos recursos estão incluídos no PAC.
Segundo o Ministério das Cidades 118 mil famílias serão beneficiadas em 32 municípios, grande projeto. Só para se ter uma idéia, Minas Gerais é formada por 758 municípios, o que propõem é uma gota d’água no oceano.
Com estes projetos o presidente dos PeTralhas se exibe ao mundo. Puras estatísticas que no papel ficam bonitas, mas a realidade é outra.
Deus se o Senhor é realmente brasileiro não permita que o PT continue no poder. Façam do seu voto uma arma. Votemos contra os que estão nos enganando com promessas. PT nunca mais.
Informar é um privilégio, informar corretamente uma obrigação. |