NÃO VOTO EM PARTIDOS
A falta de verdadeiros líderes políticos no Brasil nos leva a não saber o que fazer de nossos votos.
Este é um fenômeno que vem acontecendo desde que Collor foi eleito. Nele foi depositada a esperança de um Brasil melhor para todos, sem corrupção, com transparência e com seriedade.
Entretanto não foi o que vimos.
Sempre votei no candidato, nunca me ative aos partidos |
porque no Brasil não existe a falada fidelidade partidária e sim fidelidade aos interesses próprios.
As eleições de outubro não mostrarão um cenário diferente. A idolatria de alguns estará à frente dos interesses do país e novamente os erros serão cometidos.
Quero deixar claro aos que me escreveram contra o que escrevo, que sou livre para escrever o que quiser, desde que não comprometa o jornal a quem sirvo e que não tenho compromisso com nenhum político ou partido. Que voto em compromissos que vejo possibilidade de serem realizados e que não me deixo enganar por falsos políticos que em busca da vitória prometem até ponte onde não tem rio.
Meu compromisso eleitoral é com a minha consciência.
Quero mencionar ainda que morando no Brasil vivencio o que ocorre com nossa gente e nos mais distantes rincões do país, ao contrário dos que vivem na Europa ou em outro continente.
Ainda que eu vivesse em outro país, não seria menos brasileira, o ser brasileiro e querer o melhor para meu povo não determina obrigatoriedade de morar no Brasil.
Espero que esta crônica esclareça que não sofro de partidarismo, não tenho simpatia ou antipatia por nenhum candidato e me é indiferente se Serra, Dilma, Marina ou Ciro sejam o próximo presidente, o que importa realmente é que quem for o escolhido respeite o voto outorgado e lute pelo bem estar dos que acreditaram ter escolhido o melhor.
Espero ter deixado claro minha posição.
Informar é um privilégio, informar corretamente uma obrigação. |