Fundadores da “Galinha Pintadinha” apostam no sucesso da marca nos EUA

Fundadores da “Galinha Pintadinha” apostam no sucesso da marca nos EUA
18 junho 12:07 2015 Imprimir

galinha pintadinha

Durante uma tarde do ano passado, Juliano Prado se sentou em um restaurante brasileiro em Pompano Beach, retirou seu caderninho vermelho de anotações e começou uma enquete com os brasileiros presentes. A pergunta era: “Você conhece a Galinha Pintadinha?” A maioria das pessoas respondeu que sim. Essa pequena pesquisa, feita com risquinhos de caneta o deixou ainda mais motivado a abrir a empresa Bromelia US Corp, responsável por trazer a “Galinha Pintadinha” para os Estados Unidos.

Os vídeos da “Galinha Pintadinha”, nome dado a uma série de vídeos musicais infantis baseados na personagem de mesmo nome, já foram traduzidos para o espanhol e inglês há três anos. O conteúdo no YouTube fica disponível no mundo todo, mas a empresa agora está no processo de expansão do licenciamento de seus produtos para o exterior. Juliano e seu sócio, Marcos Luporini, já têm negócios no México, Argentina, Chile, Peru e Espanha.

No Netflix, além dos vídeos disponíveis no Brasil e na América Latina, os sócios comemoram uma novidade: a firmação de um acordo recente com os Estados Unidos. Outra novidade é a criação da loja virtual, que vende alguns produtos importados da marca, também nos EUA (além dos países mencionados acima). Agora, a nova etapa é abrir espaço para o licenciamento da marca também nos EUA. No México, a Televisa já é a detentora dos direitos da marca.

Para entrar no mercado de licenciamento, o produto precisa primeiro ser conhecido. Na próxima semana, Juliano irá participar de uma feira de licenciamento em Las Vegas. “Já participamos dessa feira de maneira mais tímida no passado. Agora, teremos uma presença maior com a ‘Galinha’, que já comprovamos que consegue ganhar a simpatia de crianças no mundo inteiro”, disse Juliano. “Estamos buscando bons parceiros para o licenciamento dos produtos”.

Quando lançaram os vídeos, os fundadores nem pensavam nessa parte de licenciamento. “Nós, que éramos somente os criadores dos vídeos, passamos a ser procurados para o licenciamento da marca. Desde meados de 2009, fábricas diferentes começaram a nos procurar para criar brinquedos, jogos e todos os tipos de objetos usando a personagem”, relatou Juliano. “O mais legal disso é que no Brasil, até então para conseguir o licenciamento de uma marca, era necessário uma presença grande em TVs, o que é o caso de filmes da Disney, por exemplo, o que geralmente acontecia com os importados. Mas, no caso da Galinha, além de ser um produto que não estava na TV, é um produto brasileiro”.

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