Abuso extremo: menina de 3 anos vivia amarrada dentro de armário no estado do Arizona

Abuso extremo: menina de 3 anos vivia amarrada dentro de armário no estado do Arizona
21 janeiro 14:45 2016 Imprimir

menina de tres anos

As autoridades de Mesa no Arizona, tiveram uma grande surpresa ao encontrar uma menina de três anos vivendo escondida em um armário em situação deplorável.

De acordo com a polícia, a menor se encontrava em uma mala preta, amarrada de pés e mãos com fita adesiva e não podia falar porque também tinha a boca tampada. Quando foi localizada, a mesma vestia apenas uma camiseta e fraldas sujas.

Em uma conferência de imprensa, os investigadores disseram que o suposto responsável pela situação foi identificado como Francisco Javier Rios-Covarrubias e a mãe da criança foi identificada como Mayra Solis de 21 anos.

O chefe de polícia, John Meza, disse que o acusado foi denunciado por um homem que o mesmo havia conhecido através da internet para ter relações sexuais, mas este não aceitou porque Francisco também ofereceu a menor para realizar tais atos. A criança apresentava hematomas e feridas pelo corpo.

A mãe da menina disse que deixou a filha com Rios-Covarrubias para que ele cuidasse dela enquanto trabalhava, porém não foi vê-la uma só vez.

A polícia informou que a menor permanecia sozinha na casa a maior parte do dia, pois o homem trabalhava em um restaurante.

A investigação também revela que a mãe da menina raspava o cabelo dela para receber dinheiro e doações dizendo que a menina tinha câncer.

Na casa foi encontrada uma quantidade não revelada de metanfetamina e não está descartada a hipótese de que as drogas tinham um papel importante no caso.

Rios-Covarrubias se apresentou à Corte Superior de Maricopa e foi acusado dos seguintes crimes: sequestro, conduta sexual com uma menor e abuso de menores todos delitos de segundo grau.

A mãe da menor, pode sair sob fiança de $15,000 e enfrenta acusação por abuso de menores e terá que apresentar-se à corte no próximo dia 26 de janeiro.

A garota se encontra no Departamento de Proteção a Menores e se recupera dos danos que sofreu já que também tem dificuldades de ficar em pé.

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