Francisco Sampa: Lula, Dilma, Cunha, Renan ou Delcídio. Qual foi a Pátria que nos pariu?

Francisco Sampa: Lula, Dilma, Cunha, Renan ou Delcídio. Qual foi a Pátria que nos pariu?
02 junho 10:07 2016 Imprimir

francisco_sampa516 anos já se passaram desde a chegada de Cabral às terras de Vera Cruz. Cruz credo, valei-me Nossa Senhora, desde a chegada dos lusitanos muita coisa mudou. Pero Vaz de Caminha escreveu: “Em se plantando tudo dá”, mas umas dão mesmo sem plantar. Dão por necessidade ou por mera vontade, porém uma coisa é certa: quem não dá não recebe. Segundo os políticos é dando que se recebe e uma grande parte deles não dá nada e levam tudo de todos da Pátria que os pariu. Os empreiteiros que o digam. Qual foi a Pátria que nos pariu? Foi Portugal às margens do Tejo ou foi a terra tropical onde políticos corruptos e um povo semialfabetizado se deixa levar por promessas vindas de mentes macabras e gananciosas de olho no erário nacional. As recentes gravações trazidas à público pelo ex-presidente da BRASPETRO, Sérgio Machado, estão no ar mostrando a corja nos podres poderes estuprada República Federativa do Brasil. Afinal onde estão estes filhos da pátria que foram paridos em todas as partes, mas na hora da divisão sempre ficam com a melhor parte. Falta educação, segurança e saúde. Meu Deus que tristeza que nos dá ao ver tanta fartura e boa parte do povo vivendo na agrura do amanhã. Deus proverá! Disse o poeta que Deus dará, mas se Deus não der como ficará? Como ficaremos? Por falar nisso até tu Chico mamaste nas tetas fartas nas sombras da Lei Rounet, golpe baixo hem Buarque?

Sentados à beira do caminho ou fazendo o mesmo ao caminhar na busca de instrução, segurança e saúde? Valei-me Deus pai! Se continuar deste jeito para onde irão os filhos da pátria? Paridos nos grotões, matas, cerrados e sertões os filhos da terra, que hoje sem terra clamam por sua parte em latifúndios, de terra farta e terra medida em busca da terra que lhes foi prometida e o povo do norte, do nordeste, os irmãos do sul, do sudeste e do centro vivem como a peste zanzando pelos campos com uma certeza de que de tudo, só terão uma cova na terra que sonhou ver dividida. Pai que estás no céu tenha piedade dessa gente trabalhadora e decente. Iluminai a cabeça e o coração dos poderosos de plantão, que olhem para o povo com mais carinho, respeito e gratidão, pois estes filhos da pátria que nos pariu são nossos irmãos. Eles são a eira do moinho, a bateia do garimpo e gente pobre, humilde, de peito aberto e coração limpo. São filhos, pais e irmãos de uma terra que nos viu nascer e hoje muitos vivem como errantes mundo afora na espera de um dia ver o romper de uma nova aurora, às margens do Rio Doce ou do Itajaí, quem sabe do Beberibe, entretanto uma coisa é certa pai, um dia quereremos viver nas montanhas e vales das Gerais, nos pampas e até descansar às sombras de coqueirais, da selva desvairada de pedras do sudeste. Voltar para o sertão de bodes, forró e cabras da peste. Viver na terra que nos viu nascer, sentir na face a brisa do mar, seja de Iracema, Amaralina, Boa Viagem ou Itapuã, vamos seguir lutando com a certeza de que o amanhã virá. Só o senhor sabe se será melhor ou pior, chega de tanta corrupção no seio do povo e também da direção deste imenso país, meus conterrâneos, esta é a nossa terra, nossa mãe pátria Brasil, vamos lutar, proteger, zelar e cuidar, essa meus leitores de várias partes do mundo, é a Pátria que nos pariu.

  Editorias:




Escreva um comentário

Nenhum comentário

Nenhum comentário ainda...

Seja o primeiro a comentar!.

Publique seu comentário

Your data will be safe! Your e-mail address will not be published. Also other data will not be shared with third person.
All fields are required.