Criado protótipo de mictório que lava e seca o pênis

Criado protótipo de mictório que lava e seca o pênis
01 setembro 14:58 2016 Imprimir

mictorio

Três espanhóis patentearam um protótipo de mictório que lava e seca o pênis em questão de segundos depois do uso, além de limpar o próprio aparato.

O bioquímico e empresário Eduard Gevorkyan e o economista Iván Giner, que têm uma empresa de dispositivos de recarga de telefones em bares e outros locais – e o técnico Miguel Ángel Levanteri, são os criadores deste modelo de mictório.

Levanteri foi quem fez a pergunta que deu lugar ao invento: como desenhar o novo mictório a partir do já existente e convertê-lo em algo que faça a diferença?

“Levanteri nos procurou como empreendedores e sugerimos o uso de sensores para que o usuário não tenha que tocar em nada e tudo seja o mais higiênico possível”, contou Gevorkyan. O sistema se compõe de um sensor que se ativa durante o uso do equipamento.

Quando o usuário termina de utilizá-lo, os sensores o detecta e lança uma cortina de água ensaboada cuja temperatura varia conforme a estação: mais fresca no verão e mais quente no inverno, que em três segundos limpa o pênis de quem o tenha utilizado.

Segundo seu inventor o sistema está desenhado para adaptar-se aos diferentes usuários e funciona independentemente do tamanho do membro “para que ninguém seja discriminado”, além disso ajuda a economizar água, já que seu uso “está todo calculado”.

A água ensaboada da cortina, que cai durante três segundos, serve também para limpar o mictório em si.

Quando termina de sair a água, outro sensor ativa o sistema de secagem, cuja temperatura também é de acordo com a do exterior, que também dura três segundos e funciona igual a um secador de mãos.

Além da melhoria para os que usam o banheiro, Gevorkyan assegura que o sistema oferece rentabilidades elevadas às empresas produtoras, já que inclui um sistema de dupla carcaça que barateia o custo de fabricação.

“E também permite que se utilizem os novos polímeros, que são muito baratos, em vez da porcelana, que é tradicionalmente mais cara”, acrescentou.

Agora, Gevorkyan e Giner se encontram imersos em negociações com uma empresa espanhola que quer comprar a patente, e ofereceram uma oferta de $765,000 dólares, depois de uma empresa holandesa ter oferecido menos da metade.

  Editorias:




Escreva um comentário

Nenhum comentário

Nenhum comentário ainda...

Seja o primeiro a comentar!.

Publique seu comentário

Your data will be safe! Your e-mail address will not be published. Also other data will not be shared with third person.
All fields are required.