“Viciado em masturbação”, português é deportado por ato em público na Inglaterra

“Viciado em masturbação”, português é deportado por ato em público na Inglaterra
16 fevereiro 16:06 2017 Imprimir

viciado em sexo

Eugenio de Freitas lida com desejo sexual excessivo e tem dificuldades para se controlar em lugares públicos, sendo julgado por dois atentados ao pudor.

Ele será deportado do Reino Unido depois de ser flagrado praticando masturbação em público, já havendo sido acusado de cometer ofensa sexual no país uma outra vez. Eugenio de Freitas tem 52 anos e é pai de quatro filhos.

Segundo o tabloide britânico “The Mirror”, o homem estava praticando masturbação por baixo de suas roupas, dentro de uma loja de produtos para a casa, em frente a vendedores e consumidores, sem pudor. O caso aconteceu no condado de Staffordshire, na Inglaterra, às 16 horas da última quarta-feira.

Depois de ser preso, Freitas alegou à polícia que suas mãos estavam dentro de sua calça porque ele “havia raspado seus pelos pubianos, provocando coceiras”. Entretanto, depois de sua (péssima) desculpa não ter efeito, ele se declarou culpado e será deportado.

Eugenio de Freitas já havia cometido outros atentados ao pudor anos antes.  Ele foi pego se masturbando no corredor de carnes de um grande supermercado. Seguranças assistiram à cena enquanto ele se tocava pelo bolso de sua calça.

Na ocasião, foi colocado na lista de agressores sexuais por sete anos, sendo proibido de frequentar supermercados em todo o Reino Unido, a não ser que estivesse acompanhado de outro adulto.

“Esse tipo de ofensa provoca desconforto e alarme. Você disse ao oficial de justiça que tem uma compulsão por masturbação em público. Você parece não ser capaz de identificar e lidar com as consequências de seus atos”, disse o juiz ao acusado no julgamento.

De acordo com o advogado de defesa, Hamish Noble, Freitas enfrenta dificuldades para controlar seu desejo sexual excessivo. “Ele foi ao mercado sozinho com a intenção de fazer compras, mas infelizmente cometeu ofensas enquanto estava lá. Ele estava vestido, não houve exposição real”, alegou Noble.

Na época, o pai de quatro filhos recebeu uma ordem de prevenção e teve que pagar uma multa de 150 libras esterlinas e outra de 80 libras pela masturbação em público. Eugenio de Freitas aguarda deportação.

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