Bombas e balas: aluna acusada por plano de matança escolar em Maryland

Bombas e balas: aluna acusada por plano de matança escolar em Maryland
30 março 10:30 2017 Imprimir

aluna

Uma destacada estudante de uma escola de ensino médio tinha planos de bombardear sua escola em Maryland e disparar em alunos e professores, conforme informações da polícia, que conseguiram descobrir a tempo o plano.

O xerife do condado de Frederick, em Maryland, afirmou que Nichole Cevario, de 18 anos, armazenou materiais para fabricar bombas e tinha uma escopeta para atacar a Catoctin High School em abril e escreveu sobre seus planes em detalhes em um diário que seu pai encontrou. A polícia crê que nesse diário não havia ameaças vazias, disse o xerife Charles A. Jenkins. “Sentimos que ela ia executar seu plano. Não temos dúvidas de que frustramos um desastre”, garantiu.

A garota “tinha os meios e o equipamento para causar um acontecimento importante contra a segurança” na escola disse a polícia. Os escritos da adolescente se referem aos tiroteios fatais ocorridos na escola Columbine e Newtown, falando nos erros que ela pensava que os airadores haviam cometido nesses casos. A polícia ficou sabendo do suposto complô de Cevario depois que seu pai leu seu diário e chamou a escola. Em poucas horas, a aluna foi tirada da aula e levada a um hospital para avaliação psicológica. Cevario detalhou que planejava morrer no ataque à sua escola. O estranho é que Cevario era uma estudante que em várias oportunidades havia sido reconhecida por seu desempenho acadêmico. Nos últimos 3 anos apareceu na imprensa local onde se falava disso. A polícia revistou a casa de Cevario em Thurmont, Maryland, e encontrou armas e o diário e disse que encontraram uma escopeta de calibre 12 com munição. A arma e outros artigos foram comprados legalmente, detalhou a polícia. Havia o que segundo as autoridades eram materiais de fabricação de bombas, incluindo tubos com tampas, assim como metralhadoras, fogos de artifícios, fitas de magnésio e fusíveis.

No diário a data era 5 de abril, disse a escola e não se sabe o que significa essa data. Assim que ela sair do hospital, será acusada de posse de material explosivo e incendiário com intenção de criar um dispositivo destrutivo.

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