Padrasto estupra menina de 12 anos para que fosse “barriga de aluguel” da mãe

Padrasto estupra menina de 12 anos para que fosse “barriga de aluguel” da mãe
13 abril 13:49 2017 Imprimir

estupro pedofilia

Um casal britânico foi preso por usar a filha da mulher como barriga de aluguel. A menina de 12 anos foi vítima de estupro e engravidou de seu padrasto na terceira tentativa. O casal queria ter um filho juntos, mas como a mulher havia se tornado estéril, recorreu à filha.

Inicialmente, os dois haviam negado as acusações de conspiração para estupro e crueldade com criança. Entretanto, no dia do julgamento, o padrasto e a mãe se declararam culpados por seus crimes contra a garota.

O juiz determinou que o padrasto apresenta risco a crianças e por isso, deu sentença de 18 anos de prisão para o homem. Ele precisará cumprir pelo menos 12 anos antes de ter a chance de sair em liberdade condicional.

A mãe da menina – que apoiou os estupros, encorajou a garota a engravidar, dizendo que a gravidez era “enviada por Deus” – será presa por seis anos e três meses. Diferente de seu marido, ela não será registrada como agressora sexual.

Após descobrir que era estéril e o quadro era irreversível, a mãe optou pela alternativa que considerou ser melhor: usar a filha como barriga de aluguel contra a vontade da garota. “Não houve qualquer consideração pelos sentimentos da menina, muito menos pelo bebê que a forçariam a ter”, disse o promotor.

Quando a gravidez foi confirmada por um médico, a garota disse que havia transado com um colega em uma festa do pijama. O casal negava a possibilidade de aborto, garantindo que criaria o bebê como se fosse deles.

Entretanto, a verdade veio à tona quando a menina confiou em uma professora da escola e a contou a verdade. Ela disse que havia sido sacrificada em nome do bebê. “Ela me fez fazer isso. Ele me estuprou, mas ela me pediu para fazer isso, minha própria mãe”, contou à professora.

A menina deu à luz e o bebê foi imediatamente levado sob custódia do estado. No julgamento, o juiz afirmou que este não foi só um caso de estupro, mas sim de estupro com a intenção de engravidar uma criança, sem qualquer consideração pelo bem da vítima ou do bebê que nasceria.

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