Léa Campos: Rumo à 2018

Léa Campos: Rumo à 2018
07 dezembro 11:59 2017 Imprimir

Além de jogar faremos turismo. Enquanto as demais seleções pensaram em facilitar o translado de seus atletas, a CBF, optou por passear.

A entidade brasileira optou por ficar em Sochi, no sul da Rússia, mesmo não sendo o lugar destinado para nossa seleção. A CBF, ao optar por Sochi como base de preparação e fazer o bate-volta para cada jogo, percorrerá em pouco espaço de tempo quase 8 mil quilômetros. Se a escolha fosse ir de sede em sede, esse trajeto cairia para 2,4 mil, Como dizia o grande Chacrinha:” se posso dificultar por que facilitar?”.

Nossa seleção jogará em Rostov, São Petersburgo e Moscou, na segunda etapa as cidades visitadas poderão incluir Samara e Kazan, além de um retorno para Moscou e São Petersburgo. Os grandes beneficiados foram Alemanha e Argentina porque viajarão menos. Lembremos que no Mundial de 2014, as quatro seleções que viajaram mais, tiveram mais dificuldades em campo, e acabaram sendo eliminadas na chave de grupos.

O sorteio dos grupos, não aponta “grupo da morte” e ficou assim:

Chave A= Rússia, Arábia Saudita, Egito e Uruguai;

Chave B= Espanha, Irã, Marrocos e Portugal;

Chave C= Austrália, Dinamarca, França e Peru.

Chave D= Argentina, Croácia, Islândia e Nigéria;

Chave E= Brasil, Suíça, Costa Rica e Sérvia;

Chave F= Alemanha, Coreia do Sul, México e Suécia.

Grupo G= Bélgica, Inglaterra, Panamá e Tunísia;

Grupo H= Colômbia, Japão, Polônia e Senegal.

Nesta etapa espera-se que os favoritos passem para a etapa seguinte.

A presença do eterno Rei do Futebol, foi o ponto de destaque na cerimônia, sendo chamado de Rei pelo presidente da FIFA e ovacionado de pé. Vale destacar que Pelé chegou de cadeira de rodas e teve muita dificuldade para sentar-se no local a ele destinado, ao lado do presidente Putin, precisando da ajuda de três pessoas.

Entre outros jogadores do passado convidados, vimos Cafu, Ronaldo “Fenômeno”, alguns jogadores europeus entre outros, e evidentemente Maradona, que chamou a atenção pela gravata borboleta dourada, parecia um palhaço de circo, o que não é nada demais se levarmos em conta os grandes espetáculos circenses apresentados por Moscou ao mundo.

Outro detalhe desse jogador foi o beijo que deu na testa de nosso Rei Pelé. Aí vimos o desejo dele de aparecer para a imprensa, pois todos sabemos o desrespeito que ele alimenta pelo melhor jogador do mundo: Edson Arantes do Nascimento.

Como sempre torceremos pela “Canarinho” pedindo a Deus para tirar a Alemanha de nosso caminho.

 

Informar é um privilégio, informar corretamente uma obrigação.

Léa Campos

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