Ainda em adaptação, Réver fala sobre jogar de máscara: “Não é uma experiência muito boa”

by Redação | 6 de junho de 2019 5:32 PM

Após alguns treinos com uma máscara de proteção na face, o zagueiro Réver viveu, contra o CSA, a sua primeira experiência em partida oficial com a proteção no nariz, fraturado no jogo contra o Flamengo. O resultado dentro de campo foi positivo, mas a experiência do defensor com a proteção não.

Réver elencou as dificuldades encontradas por ele no campo. A máscara faz com que ele perca um pouco da visão, o que refletiu, inclusive, em alguns passes errados.

– Não foi uma experiência muita boa. Claro que atrapalha você ter algo no seu corpo que não é de costume, ainda mais no seu rosto, que dificulta um pouco a visibilidade. Até teve alguns lances em que errei alguns passes, porque praticamente não enxerguei. Dificulta bastante, mas graças a Deus não atrapalhou no jogo. É continuar treinando com ela para adaptar ainda mais, se é que isso é possível.

A máscara usada por Réver deixou a cara do jogador marcada, já que é bastante apertada. Durante os treinos ele vai tentar melhorar o entrosamento com a proteção, pois precisará de pelo menos mais uma mês com ela até a lesão no nariz melhorar completamente.

– A princípio, pelo que me passaram, é por um mês. Ainda bem que tem essa parada da Copa América. Isso ajuda. É algo que incomoda bastante. Não me senti à vontade. Fizemos os gols cedo e facilitou um pouquinho a nossa situação no jogo. Que a gente possa conseguir isso na quinta-feira diante do Santos.

Confiança com o momento
Classificado na Sul-Americana e com uma boa vitória conquistada contra o CSA, o Galo agora joga sua classificação na Copa do Brasil, quinta-feira, contra o Santos. O empate no primeiro jogo deixa o Atlético-MG precisando de uma vitória fora de casa para se classificar, enquanto o empate leva a decisão para as penalidades.

Para Réver, o momento é de muita confiança do elenco, que precisará se expor um pouco mais em São Paulo.

– Isso é o treinamento, o dia a dia e o conhecimento do que o companheiro pode e deve fazer. Chegou um momento que a gente tem que se expor um pouquinho. Não dá para ficar acomodado. Temos um time que pode fazer isso todos os jogos. Claro que vamos fazer com responsabilidade, mas temos que fazer. Não temos um time para ficar esperando. Temos que propor o jogo.

 

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