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Edição 1.575: OPINIÃO SOCIAL PRESS SOCIAL CONNECTICUT LÉA CAMPOS CINEMA CELINA  
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Newark, NJ . 17 de Maio de 2012.

MUNDO DO CINEMA: Dicas de filmes e DVDs

“DARK SHADOWS” **

Na oitava colaboração entre o mestre do gótico Tim Burton e o camaleônico intérprete Johnnie Depp, a parceria demonstra a mesma qualidade, genialidade e excêntricidade que os consagraram, mas apresenta um descuidado com a trama, preferindo explorar o talento de cada um, de maneira que parece exercício de egos.

Nessa viagem psicodélica mórbida e sinistra, ambientada sob a fervura do movimento esfumaçado paz e amor contra a Guerra e a opressão nos anos 70, Burton e Depp fazem uma festa de arromba, mas esqueçem de agradar os convidados. Enquanto Burton desenvolve sua capacidade visionária para o macabro, apoiado pela brilhante equipe que o acompanha há anos, como a arrepiante composição de Danny Elfman, os cenários exuberantes de Rick Heinrichs e o contraste fantasmagórico da fotografia do francês Bruno Delbonnel, Depp cria mais um personagem esquisito memorável com sua habilidade única e irresistível. O roteiro baseado numa série televisiva dos anos 60, porém, é um amontoado de clichés que remetem a outras comédias de horror, sem atingir o status satisfatório para divertir completamente. Rejeitada por Barnabas, uma bruxa lança uma maldição sobre ele e sua familia, transformando-o num vampiro. Após 200 anos trancafiado num caixão, ele resurge e tenta adaptar-se a modernidade e salvar os negócios da familia. Produção de 150 milhões, o filme arrecadou apenas 30, no primeiro fim de semana, e deverá ser um dos desastres notáveis do ano, afogado pela massa da temporada de Verão. Mas vale conferir pelo aspecto visual bem elaborado.

NA BOCA DO POVO

Parece um sonho impossível para os aficcionados da Marvel, mas a criadora dos super-heróis mais venerados do planeta reuniu suas estrelas famosas numa só aventura, uma disputa elitrizante, sarcástica e profana para salvar nosso lar. Iron Man, Hulk, Capitão América, Thor e outros, unem forças para combater o tenebroso Loki, disposto a exterminar a raça humana para libertá-los da “liberdade”(?). Essa reunião já totaliza mais de 400 milhões só nos EUA, tornou-se o filme mais rápido a quebrar a  barreira de 1 Bilhão Mundial (em duas semanas), e continua seu sucesso arrasa-quarteirão, rompendo recordes. O filme imprime adrenalina contínua, mostrando pouco interesse em driblar as regras dos filmes de super-herói: ação explosiva cartunesca, sensacionalismo e narcisismo. Mas é uma montanha-russa eficiente, que impressiona pelos efeitos espetaculares (a nave invisível, os seres inimigos, o portal, a reconstrução digital de New York), agradando e fazendo pipocar os olhos por mais de duas horas. Só funciona na telona.
 
 
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