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Cruzeiro trabalha por mobilização “gigantesca” para provar que não morreu

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Ainda acreditando em uma reviravolta na final do Campeonato Mineiro, depois da derrota para o Atlético-MG, por 3 a 0, no primeiro jogo, a diretoria do Cruzeiro afirma que prepara um “clima de sinergia” para o segundo jogo, no próximo domingo, no Mineirão. O diretor de futebol, Alexandre Mattos, avisa que o time celeste “não morreu” na busca pelo título estadual.

torcida cruzeiro

“Quem acha que o Cruzeiro morreu, que as coisas vão ficar mais fáceis, ele vai ter oportunidade de ver jogadores mais empenhados, uma sinergia diferente do que foi no último domingo. O Cruzeiro precisa transmitir ao nosso rival de domingo, que na nossa casa é local de decisão, local pró-Cruzeiro e é isso que vamos tentar fazer no domingo”, revelou Alexandre Mattos, em entrevista à Rádio Itatiaia.

O dirigente mais uma vez descartou ceder um número maior de ingressos à torcida atleticana, além dos 6 mil que têm direito o rival. Apesar de o placar dilatado na primeira partida, Mattos ainda acredita em uma reviravolta e prepara uma mobilização “gigantesca” para domingo.

Em reunião entre os dois clubes e órgãos de segurança, na Federação Mineira de Futebol (FMF), foram definidos os detalhes para venda de ingressos e sistema de segurança no segundo jogo da final do Campeonato Mineiro, no próximo domingo, no Mineirão, entre Cruzeiro e Atlético-MG. O torcedor atleticano, que está próximo de ver o time levar o bicampeonato depois da vitória por 3 a 0 no primeiro jogo, terá direito a 10% dos ingressos, que começarão a ser comercializados, na quarta-feira, apenas na sede do clube, no Bairro de Lourdes.

“Vai um pedido ao torcedor para confiar, e para surpreender pessoas que acham que a torcida não vai lotar o estádio, confiamos que ela vai lotar. Vamos fazer uma mobilização gigantesca com o torcedor, mas tudo na paz. A questão que aconteceu com a gente, no domingo, vai acontecer com o Atlético também”, prometeu.

Mais uma vez, a torcida atleticana apoiou o time alvinegro no Independência. Com 90% da ocupação, os atleticanos viram o time golear por 3 a 0, levando a vantagem de perder por até dois gols de diferença, no segundo jogo, que leva o bicampeonato estadual.

Apesar de confiar na equipe, o dirigente celeste confidenciou que os jogadores estavam abatidos, mas disse que o time não joga a toalha. “Foi um resultado anormal, não é isso que procurávamos, não era o planejado”, comentou Alexandre Mattos, que conversou com o treinador e com os jogadores. “Estão abatidos, mas sabendo que depois do primeiro jogo nada tinha acabado”, acrescentou.


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