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Léa Campos: A Hora do Adeus

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lea talita e larissa

Como nada na vida é eterno, as Olimpíadas Rio 2016 marcará a despedida de alguns atletas que nos fizeram vibrar com suas participações e consequentemente suas vitórias.

Não é de muita relevância o esporte praticado, quando se trata da defesa de nossa bandeira, ato abandonado por muitos políticos brasileiros que além de não defender nossa bandeira nos coloca em ridículo em todo o planeta, com tanta corrupção e com a dilapidação que ocorre no Brasil.

Deixamos a política na lama criada por ela e vamos às Olimpíadas.

Apesar da controvérsia, falta de segurança, abandono das lagoas onde serão realizadas as competições aquáticas, os mosquitos que tanto assustam o mundo civilizado, e o mais relevante, o ato do governador do Estado do Rio de Janeiro ter decretado calamidade, sem nos esquecermos do alto índice de desemprego, alta da inflação e a quase eliminação do salário dos aposentados, que caíram no engodo do governo Lula e fizeram  empréstimo consignado para saldar os compromissos, e que Paulo Bernardo conseguiu amealhar uma boa fortuna, e apesar de outros abusos, as Olimpíadas serão realizadas, mesmo com as polícias e os bombeiros em greve.

Vamos ao adeus propriamente dito.

Larissa, tenta com Talita a medalha de ouro no vôlei de praia, fazendo dupla com Juliana ela levou o bronze em 2012. Ano passado foi eleita a melhor jogadora do Circuito Mundial. Com 34 anos será sua última participação nesta competição.

Marta, a maior jogadora de futebol que o mundo já viu e proprietária de cinco títulos de melhor do mundo consecutivamente, além de ser a artilheira dos Mundiais femininos com 15 gols. Em jogos olímpicos bateu duas vezes na trave, conquistando a prata em 2004 e 2008. Completando 30 anos ela crê que é hora de deixar os campos como jogadora.

Iziane Castro, um dos maiores talentos no basquete nos últimos anos.

Sua estreia em Olimpíadas aconteceu em 2004, ficando fora dos dois olímpicos seguintes por indisciplina. Aos 34 anos será peça chave na seleção, espera surpreender em casa ganhando uma medalha, antes de encerrar a carreira.

Fabiana Murer, que vem anunciando sua aposentadoria desde 2010, resolveu que aposenta depois de sua última participação em jogos olímpicos. Com 35 anos ela sabe que é a única esperança de medalhas no Brasil e treina com afinco. Atleta do salto com vara pede o apoio da torcida para conquistar uma medalha olímpica antes de sair de cena.

A ginasta Danielle Hipólito, faz parte da competição desde 2000.Com 32 anos sabe que o Rio é sua última Olimpíada.

É uma das líderes do grupo que conta com jovens e veteranas. Em maio passado ela conquistou em São Paulo o ouro nas provas de salto, solo e trave aumentando sua motivação para conquistar o ouro olímpico. Rio 2016.

Robert Sheidt, veterano em Olimpíadas, possui duas de ouro (1996 e 2004), duas de prata (2000 e 2006) e uma bronze (2012).

Aos 43 anos o velejador é uma das esperanças de medalha no Brasil, principalmente por ter voltado à classe Laser a mesma em que conquistou as duas de ouro.

Ele está emocionado pela chance de encerrar sua jornada olímpica em seu país natal. Ele assegura que deixa de competir, mas continuará nos mares com classes de barcos que exigem menos de seu físico.

Tiago Camilo, dono de duas medalhas prata em 2000 e bronze em 2008, o judoca com 34 anos quer encerrar sua última disputa em olimpíada, com um ouro em sua terra, mesmo não estando entre os grandes favoritos de sua categoria (90 kg), e para isso pede o apoio da torcida, já que técnica e persistência não lhe faltam, falta ver se o físico aguenta.

Como podemos constatar temos muitos campeões dando adeus aos seus esportes favoritos.

 

 Informar é um privilégio, informar corretamente uma obrigação. 

Léa Campos


Social Press . 07/07/2016

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