
A diretora de Imigração e Alfândega (ICE), Sarah Saldana, advertiu aqueles que estão considerando cruzar ilegalmente a fronteira, que não há qualquer “passe livre” e que o Governo continuará a segurar famílias de imigrantes em situação irregular em centros de detenção.
Neste sentido, ela disse que o Departamento de Segurança Interna (DHS) dos Estados Unidos está colocando todos os seus esforços para evitar uma nova onda de imigrantes indocumentados como aconteceu no ano fiscal anterior, quando 68,641 menores não acompanhados, na sua maioria a partir de El Salvador, Honduras e Guatemala, cruzaram a fronteira.
A chegada deste grande número de crianças fez o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, decidir reabrir os centros de detenção que havia fechado em 2009. Nos últimos meses, os centros de detenção geridos pela ICE tem recebido críticas de ativistas e legisladores, que enviaram duas cartas ao Secretário DHS Jeh Johnson, para exigir o encerramento dessas instalações que estão causando danos “sérios” às mães e as crianças.
No entanto, Saldaña sublinhou que o Governo não interna as famílias de imigrantes indocumentados em centros de detenção como “castigo”, mas, a fim de garantir o direito de asilo para aqueles que procuram refúgio e deportação da maneira mais segura possível para os que não podem receber esse benefício.
Para evitar outra crise humanitária, o governo dos EUA tem promovido um plano de desenvolvimento para a América Central de milhões, cuja aprovação depende do Congresso dos EUA e destina-se a melhorar as economias e reduzir a violência em El Salvador, Guatemala e Honduras.















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