Em sua admissão de culpa, Cesare Battisti disse ao procurador Alberto Nobili que usou suas declarações de inocência para “obter apoios da extrema esquerda na França, no México, no Brasil e do próprio Lula”. “Não tive nenhuma cobertura oculta”, acrescentou.
Battisti, ex-integrante do grupo terrorista Proletários Armados pelo Comunismo (PAC), admitiu pela primeira vez sua participação nos quatro homicídios pelos quais foi condenado à prisão perpétua.















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