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Governo dos EUA inicia revogação de vistos após celebrações online da morte de Charlie Kirk

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Uma onda de repercussões diplomáticas e empresariais está se intensificando nos Estados Unidos após a divulgação de publicações nas redes sociais que celebram o assassinato do ativista conservador Charlie Kirk. O que começou com demissões no setor privado — impulsionadas por pressão política e campanhas de denúncia — agora ganha contornos internacionais com a intervenção direta do Departamento de Estado.

Segundo apurado pelo Brazilian Press, o secretário de Estado Marco Rubio anunciou nesta terça-feira uma série de medidas para revogar vistos de estrangeiros envolvidos em manifestações públicas de apoio ao atirador Tyler Robinson ou à morte de Kirk, figura próxima ao ex-presidente Donald Trump. Em uma postagem na rede social X, Rubio foi enfático: “Se estão cá com um visto e a apoiar o assassinato de uma figura política, preparem-se para ser deportados”.

A mensagem, acompanhada de um trecho de entrevista recente, reforça a posição do governo de que visitantes estrangeiros devem cumprir padrões rigorosos de conduta. “Se alguém for convidado para visitar os EUA, o padrão [de comportamento] que é exigido é muito alto”, afirmou Rubio. “Quem entra no país com comportamento negativo e destrutivo não deve ser recebido. Não vamos tolerar estrangeiros que celebrem a morte de um cidadão americano.”

A iniciativa segue recomendações anteriores do adjunto de Rubio, Christopher Landau, que há poucos dias já havia alertado sobre a postura do governo. “Estrangeiros que glorifiquem violência e ódio não são bem-vindos aqui”, escreveu Landau, informando que já orientou consulados americanos ao redor do mundo a tomarem “medidas adequadas” contra indivíduos que tenham feito elogios, racionalizações ou minimizações do ataque que matou Kirk.

O caso gerou um forte debate sobre liberdade de expressão, segurança nacional e limites do comportamento permitido sob a proteção de um visto temporário. Embora o Departamento de Estado não tenha divulgado números oficiais, fontes próximas ao órgão confirmaram ao Brazilian Press que processos de revisão de status migratório já foram acionados em diversos casos identificados por monitoramento digital.

Além do impacto diplomático, o episódio continua causando turbulência no ambiente corporativo. Nas últimas semanas, diversas empresas americanas demitiram funcionários após relatos de publicações celebratórias da morte de Kirk. A escalada foi potencializada após o vice-presidente JD Vance incentivar cidadãos a denunciarem colegas de trabalho envolvidos nesses conteúdos.

Com a linha entre opinião pública e crime ainda sendo debatida, a administração federal sinaliza que a resposta será firme — especialmente quando envolve estrangeiros no território nacional. A mensagem é clara: celebrar a morte de figuras políticas pode custar não apenas o emprego, mas também o direito de permanecer nos Estados Unidos.


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