Roger Costa- Adolescentes e jovens adultos têm batalhado constantemente nos últimos anos para conseguir uma oportunidade no tão concorrido mercado de trabalho, mas a recessão econômica contribuíu para o aumento em 23% de desemprego entre estudantes que completaram o High School, e buscam um trabalho para facilitar a entrada na Faculdade de acordo com uma pesquisa divulgada semana passada.

Em 2011 havia cerca de 113.000 residentes de New Jersey, entre as idades de 18 a 24, que não estavam na escola no período de 2011, e tampouco conseguiram encontrar um emprego, enquanto em 2008, ano em que teve início a recessão, o número era de 92.000, de acordo com Kids Count, um relatório que estuda as relações de saúde e educação dos adolescentes do estado, realizada pela Annie Casey Foundation.
“Certamente o crescimento do desemprego dificultou ainda mais a oportunidade de jovens conseguirem um emprego”, disse Cecilia Zalkind, diretora executiva do Advocates for Children of New Jersey, “esse é um número significante de pobreza, considerando o número de 113.000 jovens, com diploma de High School, mas desempregados”.
Mesmo com o alto número de desemprego, mais adolescentes e jovens, comportaram-se melhor nos últimos anos, permanecendo fora de problemas com as autoridades, dedicando-se na oportunidade em obter uma vida estável.
A pesquisa revela o seguinte: O número de adolescentes presos despencou 41% de 2007 a 2011. Mortes de adolescentes, relacionados a homicídio, suicídio ou acidentes, caíram em 23% de 2005 a 2009. Adolescentes grávidas, também caíram em 8% até 2009.
Em contrapartida, o número de adolescentes que contraíram doenças sexualmente transmissíveis, cerca de 13.876, diagnosticados com gonorreia ou sífilis em 2011, cresceu em 29% desde 2007.
De acordo com o Centro Federal de Controle e Prevenção a Doenças, o número de garotas grávidas, alcançou um declínio histórico em 2010. Elizabeth Schroeder, diretora executiva da Answer, organização ligada a Rutgers University que promove orientação sexual a jovens, atribui o declínio a dois fatos: melhores programas educacionais promovidos no Estado e adolescentes tornando-se mais responsáveis e cuidadosos. Mas, infelizmente, a preocupação de proteger o corpo, não se limita as doenças, e sim a gravidez. “Os jovens estão mais preocupados em engravidar, do que contrair alguma doença”, disse Schroeder, “quando estamos instruindo os jovens acerca de doenças, gostamos de assustá-los com fotos de genitais deformadas e etc., mas isso causa nojo neles, sem causar um impacto.”
As soluções é que os pais possam falar mais livremente e mais frequentemente sobre sexo, e outros riscos com seus filhos, e os programas educacionais atinjam os pontos estratégicos de prevenção, finaliza Schrroeder.















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