{"id":11454,"date":"2014-12-26T13:49:24","date_gmt":"2014-12-26T17:49:24","guid":{"rendered":"http:\/\/www.brazilianpress.com\/v1\/?p=11454"},"modified":"2014-12-26T13:49:24","modified_gmt":"2014-12-26T17:49:24","slug":"ao-menos-60-jornalistas-foram-mortos-no-mundo-em-2014-diz-ong","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.brazilianpress.com\/v1\/2014\/12\/26\/ao-menos-60-jornalistas-foram-mortos-no-mundo-em-2014-diz-ong\/","title":{"rendered":"Ao menos 60 jornalistas foram mortos no mundo em 2014, diz ONG"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-11455\" src=\"http:\/\/www.brazilianpress.com\/v1\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/Anja-Niedringhaus.jpg\" alt=\"Anja Niedringhaus\" width=\"500\" height=\"281\" srcset=\"https:\/\/www.brazilianpress.com\/v1\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/Anja-Niedringhaus.jpg 500w, https:\/\/www.brazilianpress.com\/v1\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/Anja-Niedringhaus-300x168.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 500px) 100vw, 500px\" \/><\/p>\n<p>Pelo menos 60 jornalistas foram mortos no mundo em 2014 em casos de viol\u00eancia relacionados ao trabalho, e o Oriente M\u00e9dio foi a regi\u00e3o mais perigosa, disse na ter\u00e7a-feira (23) o Comit\u00ea para a Prote\u00e7\u00e3o dos Jornalistas (CPJ) em relat\u00f3rio de final de ano.<\/p>\n<p>O n\u00famero de mortos em 2014 representa uma queda em rela\u00e7\u00e3o a 2013, quando 70 jornalistas morreram devido \u00e0 viol\u00eancia relacionada ao trabalho, disse o grupo sediado em Nova York. O CPJ est\u00e1 investigando as mortes neste ano mais 18 jornalistas para determinar se houve alguma rela\u00e7\u00e3o com a profiss\u00e3o.<!--more--><\/p>\n<p>Quase metade das mortes de jornalistas neste ano aconteceu no Oriente M\u00e9dio. A S\u00edria foi o pa\u00eds mais letal para a imprensa pelo terceiro ano seguido, com 17 jornalistas mortos em meio \u00e0 guerra civil.<\/p>\n<p>O conflito na S\u00edria, iniciado em 2011, j\u00e1 deixou 69 jornalistas mortos, de acordo com o CPJ.<\/p>\n<p>Os tr\u00eas \u00faltimos anos foram os mais violentos desde que o CPJ come\u00e7ou a documentar as mortes de jornalistas em 1992, disse a entidade.<\/p>\n<p>Quase um quarto dos jornalistas mortos em 2014 trabalhavam para \u00f3rg\u00e3os internacionais de imprensa, cerca de duas vezes a propor\u00e7\u00e3o que o CPJ registrou nos \u00faltimos anos, disse a organiza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Entre os correspondentes internacionais mortos est\u00e1 Anja Niedringhaus, fot\u00f3grafa da Associated Press que foi morta a tiros no Afeganist\u00e3o em abril, enquanto cobria as elei\u00e7\u00f5es no pa\u00eds.<\/p>\n<p>Um rep\u00f3rter freelance dos EUA e um jornalista freelance norte-americano-israelense foram mortos por militantes do Estado Isl\u00e2mico, grupo que tomou grandes por\u00e7\u00f5es de territ\u00f3rio do Iraque e da S\u00edria.<\/p>\n<p>O trabalho mais comum realizado pelos jornalistas mortos era rep\u00f3rter de emissora, representando 35% do total de v\u00edtimas, disse o CPJ. Depois vieram os fot\u00f3grafos e cinegrafistas, com 27%.<\/p>\n<p>O CPJ considera um caso relacionado ao trabalho quando a equipe da organiza\u00e7\u00e3o est\u00e1 &#8220;razoavelmente certa&#8221; de que o jornalista foi morto em repres\u00e1lia direta por seu trabalho, no fogo cruzado durante combates ou durante a realiza\u00e7\u00e3o de uma tarefa perigosa.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pelo menos 60 jornalistas foram mortos no mundo em 2014 em casos de viol\u00eancia relacionados ao trabalho, e o Oriente M\u00e9dio foi a regi\u00e3o mais perigosa, disse na ter\u00e7a-feira (23) o Comit\u00ea para a Prote\u00e7\u00e3o dos Jornalistas (CPJ) em relat\u00f3rio de final de ano. O n\u00famero de mortos em 2014 representa uma queda em rela\u00e7\u00e3o a 2013, quando 70 jornalistas morreram devido \u00e0 viol\u00eancia relacionada ao trabalho, disse o grupo sediado em Nova York. 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