{"id":31854,"date":"2017-12-07T12:56:09","date_gmt":"2017-12-07T16:56:09","guid":{"rendered":"http:\/\/www.brazilianpress.com\/v1\/?p=31854"},"modified":"2017-12-07T12:56:09","modified_gmt":"2017-12-07T16:56:09","slug":"eua-registra-primeiro-parto-de-bebe-que-nasceu-de-utero-transplantado-no-pais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.brazilianpress.com\/v1\/2017\/12\/07\/eua-registra-primeiro-parto-de-bebe-que-nasceu-de-utero-transplantado-no-pais\/","title":{"rendered":"EUA registra primeiro parto de beb\u00ea que nasceu de \u00fatero transplantado no pa\u00eds"},"content":{"rendered":"<p>Pela primeira vez nos Estados Unidos, um beb\u00ea nasce saud\u00e1vel de uma m\u00e3e com \u00fatero transplantado. A mulher, que nasceu sem \u00fatero e recebeu a doa\u00e7\u00e3o do \u00f3rg\u00e3o de uma paciente viva, deu \u00e0 luz em novembro, no Centro M\u00e9dico da Universidade Baylor, em Dallas.<\/p>\n<p>Segundo a porta-voz do hospital Julie Smith, a fam\u00edlia do rec\u00e9m-nascido pediu para que o nome, a cidade-natal e a data de nascimento do beb\u00ea fossem preservados para manter a privacidade de todos. No entanto, o sistema de sa\u00fade Baylor Scott &amp; White Health comunicou o feito, que colocou os EUA como segundo pa\u00eds a ter uma crian\u00e7a nascida de uma mulher que\u00a0recebeu o\u00a0transplante\u00a0de \u00fatero.<\/p>\n<p>At\u00e9 ent\u00e3o, apenas o Hospital Universit\u00e1rio Sahlgrenska em Gotemburgo, na Su\u00e9cia, havia registrado nascimentos desse tipo. O primeiro aconteceu em 2014, e depois disso, outras sete crian\u00e7as foram concebidas nas mesmas condi\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Para o principal pesquisador do ensaio cl\u00ednico de transplante uterino do hospital de Baylor Giuliano Testa, o nascimento foi um &#8220;marco&#8221; e &#8220;um lindo momento de amor e esperan\u00e7a para uma m\u00e3e sempre ouviu que nunca poderia gerar seu pr\u00f3prio filho&#8221;, disse ele em um comunicado.<\/p>\n<p>O transplante foi realizado como parte de um estudo que analisa o desenvolvimento de novas alternativas para o tratamento de infertilidade em mulheres que n\u00e3o poder ter filhos, seja porque elas nasceram sem o \u00f3rg\u00e3o, perderam o \u00fatero ou t\u00eam um que n\u00e3o funciona mais.<\/p>\n<p>Cerca de 5% das mulheres de todo o mundo possuem infertilidade do fator uterino, o que, at\u00e9 o momento, \u00e9 considerada uma condi\u00e7\u00e3o irrevers\u00edvel. De acordo com os cientistas, apenas nos EUA, aproximadamente 50 mil mulheres t\u00eam interesse nesse tipo de transplante.<\/p>\n<p>Por\u00e9m, ainda \u00e9 necess\u00e1rio que a t\u00e9cnica seja aperfei\u00e7oada. Segundo a equipe m\u00e9dica que faz parte do estudo, antes deste caso, outras tr\u00eas mulheres haviam recebido o transplante de \u00fatero. Por\u00e9m, nenhuma delas obteve sucesso no procedimento e tiveram o \u00f3rg\u00e3o removido.<\/p>\n<p>O \u00f3rg\u00e3o transplantado n\u00e3o \u00e9 projetado para ser permanente, uma vez que os receptores devem tomar medicamentos contra a rejei\u00e7\u00e3o. Ap\u00f3s a primeira ou segunda gravidez, o \u00fatero doado \u00e9 removido.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pela primeira vez nos Estados Unidos, um beb\u00ea nasce saud\u00e1vel de uma m\u00e3e com \u00fatero transplantado. 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