{"id":40244,"date":"2019-07-25T14:18:16","date_gmt":"2019-07-25T18:18:16","guid":{"rendered":"http:\/\/www.brazilianpress.com\/v1\/?p=40244"},"modified":"2019-07-25T14:19:51","modified_gmt":"2019-07-25T18:19:51","slug":"lea-campos-vamos-continuar-amassando-barro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.brazilianpress.com\/v1\/2019\/07\/25\/lea-campos-vamos-continuar-amassando-barro\/","title":{"rendered":"L\u00e9a Campos: Vamos Continuar Amassando Barro"},"content":{"rendered":"<p>N\u00e3o podemos permitir que o futebol feminino seja tratado como esporte de segunda. O futebol feminino no Brasil \u00e9 uma realidade e precisa ser respeitado.<\/p>\n<p>Temos jogadoras fora de s\u00e9rie que s\u00e3o obrigadas a sair do pa\u00eds, por falta de incentivo e, principalmente, falta de condi\u00e7\u00f5es para treinar e conquistar espa\u00e7os. Os dirigentes precisam entender que nossas meninas querem jogar e at\u00e9 mesmo para jogar em outros pa\u00edses precisam de uma vitrine.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-40246\" src=\"http:\/\/www.brazilianpress.com\/v1\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/lea2.jpg\" alt=\"\" width=\"620\" height=\"400\" srcset=\"https:\/\/www.brazilianpress.com\/v1\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/lea2.jpg 620w, https:\/\/www.brazilianpress.com\/v1\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/lea2-300x194.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 620px) 100vw, 620px\" \/><\/p>\n<p>Os homens n\u00e3o fazem nada para apoiar o futebol feminino e algumas mulheres que s\u00e3o colocadas em alguma entidades n\u00e3o est\u00e3o preocupadas com o desenvolvimento dessa modalidade. Silvia Regina \u00e9 uma das poucas que realmente luta pela continuidade das meninas na luta pelo espa\u00e7o, quer seja jogando, apitando, auxiliando dirigindo, enfim em qualquer gama do futebol. Temos que encontrar uma forma de seguir em frente. Sem incentivo financeiro, nem treinamentos constantes, sem jogadas ensaiadas, nosso futebol feminino n\u00e3o sair\u00e1 de onde est\u00e1. Acabam de despedir Vad\u00e3o, pela segunda vez.<\/p>\n<p>T\u00e9cnico n\u00e3o ganha jogo, mas se n\u00e3o tem car\u00e1ter para se impor n\u00e3o chega a lugar nenhum. A Emyle, quando esteve \u00e0 frente da sele\u00e7\u00e3o feminina, mostrou que n\u00e3o est\u00e1 preparada e deixou se envolver por amizades. Quando ela saiu do comando da sele\u00e7\u00e3o, Cristiane chantageou dizendo que se a t\u00e9cnica n\u00e3o retornasse, ela n\u00e3o jogaria mais pela sele\u00e7\u00e3o. Este tipo de picuinha n\u00e3o pode e n\u00e3o deve ser tolerado.<\/p>\n<p>O t\u00e9cnico tem que saber de futebol, ser um criador, criar t\u00e9cnicas, saber jogar o suficiente para ensinar o que ele quer que elas fa\u00e7am em campo. Tem que treinar cobran\u00e7as de faltas, p\u00eanaltis, passos longos e saber combater sem cometer faltas. Se isso n\u00e3o acontecer nenhum treinador conseguir\u00e1 nada. N\u00e3o adianta obrigar os clubes a criar equipes femininas, se n\u00e3o oferecer os meios para dar continuidade ao trabalho. N\u00e3o ganharemos nunca um t\u00edtulo mundial com ajuntamento de jogadoras \u00e0s v\u00e9speras da competi\u00e7\u00e3o. A luta \u00e9 di\u00e1ria e tem que continuar at\u00e9 conseguirmos nosso objetivo maior: o reconhecimento e o respeito a n\u00edvel mundial.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>N\u00e3o podemos permitir que o futebol feminino seja tratado como esporte de segunda. O futebol feminino no Brasil \u00e9 uma realidade e precisa ser respeitado. Temos jogadoras fora de s\u00e9rie que s\u00e3o obrigadas a sair do pa\u00eds, por falta de incentivo e, principalmente, falta de condi\u00e7\u00f5es para treinar e conquistar espa\u00e7os. 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