{"id":44591,"date":"2020-07-01T10:06:45","date_gmt":"2020-07-01T14:06:45","guid":{"rendered":"https:\/\/www.brazilianpress.com\/v1\/?p=44591"},"modified":"2020-07-01T10:06:45","modified_gmt":"2020-07-01T14:06:45","slug":"estudantes-brasileiros-conquistam-o-2o-lugar-em-competicao-da-nasa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.brazilianpress.com\/v1\/2020\/07\/01\/estudantes-brasileiros-conquistam-o-2o-lugar-em-competicao-da-nasa\/","title":{"rendered":"Estudantes brasileiros conquistam o 2\u00ba lugar em competi\u00e7\u00e3o da Nasa"},"content":{"rendered":"<p><strong>Eles criaram um filtro purificador de ar e conseguiram o segundo lugar na etapa brasileira do &#8220;Nasa Space Apps Covid-19 Challenge&#8221;, um desafio de 48 horas da\u00a0ag\u00eancia espacial americana para criar inova\u00e7\u00f5es no combate a covid-19. O pr\u00f3ximo passo \u00e9 participar da edi\u00e7\u00e3o internacional da competi\u00e7\u00e3o em agosto.\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>A etapa brasileira da competi\u00e7\u00e3o aconteceu entre os dias 30 e 31 de maio de maneira totalmente online e no formato Hackaton. Foram mais de 700 equipes ao redor do Brasil. Entre eles estava a eqEstudantes brasileiros conquistam o 2\u00ba lugar em competi\u00e7\u00e3o da Nasa<\/p>\n<p>Eles criaram um filtro purificador de ar e conseguiram o segundo lugar na etapa brasileira do &#8220;Nasa Space Apps Covid-19 Challenge&#8221;, um desafio de 48 horas da\u00a0ag\u00eancia espacial americana para criar inova\u00e7\u00f5es no combate a covid-19. O pr\u00f3ximo passo \u00e9 participar da edi\u00e7\u00e3o internacional da competi\u00e7\u00e3o em agosto.<\/p>\n<p>A etapa brasileira da competi\u00e7\u00e3o aconteceu entre os dias 30 e 31 de maio de maneira totalmente online e no formato Hackaton. Foram mais de 700 equipes ao redor do Brasil. Entre eles estava a equipe TaurusOx, composta por cinco jovens de diversas \u00e1reas do conhecimento, moradores de diferentes localidades do pa\u00eds e que se conheceram no dia da competi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Cada um dos cinco participantes se inscreveu individualmente para o hackaton e as equipes se juntaram de acordo com as \u00e1reas que pesquisavam. Eles escolheram pesquisar o ar em ambientes fechados por esta ser uma das principais formas de contamina\u00e7\u00e3o do coronav\u00edrus.<\/p>\n<p>&#8220;A qualidade do ar \u00e9 horr\u00edvel e os ambientes\u00a0 fechados apresentam um risco maior de contamina\u00e7\u00e3o pelo v\u00edrus&#8221;,\u00a0explica Luiza Amaral, estudante de 16 anos que integrou a equipe\u00a0TaurusOx. &#8220;Justamente nesses lugares sem ventila\u00e7\u00e3o que passamos a maior parte do tempo, como a nossa casa ou trabalho.&#8221;<\/p>\n<p>Com pesquisas disponibilizadas pela Nasa e o conhecimento de todos, eles propuseram um filtro de baixo custo, feito de algas, que pode matar o v\u00edrus e regular a qualidade do ar em ambientes fechados.\u00a0 &#8220;A gente pegou dados Esta\u00e7\u00e3o Espacial Internacional para definir o que \u00e9 um ar de boa qualidade e usar como refer\u00eancia&#8221;, complementa Luiza.<\/p>\n<p>A inova\u00e7\u00e3o saiu apesar das dificuldades enfrentadas pelos estudantes em uma uma competi\u00e7\u00e3o 100% online, os participantes da equipe nunca se encontraram presencialmente. &#8220;O maior desafio mesmo foi pensar em tudo isso de uma forma virtual, a gente n\u00e3o podia construir um prot\u00f3tipo&#8221;, explica\u00a0Jheimis Santos da Silva, que tamb\u00e9m fez parte da equipe vice-campe\u00e3.<\/p>\n<p>Diante das dificuldades, as expectativas eram baixas, mas quando o resultado saiu foi uma grande surpresa para todos. &#8220;A gente s\u00f3 queria se divertir e fazer um projeto que poderia de fato ajudar e quando recebemos a not\u00edcia ficamos realmente muito felizes&#8221;, conta Jheimis. &#8220;A nossa rea\u00e7\u00e3o foi quase de ceticismo, demorou para cair a ficha&#8221;, complementa Luiza.<\/p>\n<p>O pr\u00f3ximo passo para a equipe \u00e9 competir na edi\u00e7\u00e3o internacional do Hackaton da Nasa. A competi\u00e7\u00e3o conta com participantes de todo o mundo. Todas as equipes que participaram da edi\u00e7\u00e3o brasileira podem participar da internacional \u2014\u00a0 outra competi\u00e7\u00e3o e com jurados diferentes.<\/p>\n<p>Para essa nova etapa, Luiza diz que n\u00e3o vai criar expectativas. &#8220;\u00c9 um desafio muito grande&#8221;. Jhaimes, por sua vez, espera ficar entre os melhores. &#8220;Queremos mostrar para o mundo o nosso projeto e representar os brasileiros, a nossa intelig\u00eancia e o nosso prest\u00edgio&#8221;, destaca.<\/p>\n<p>Os estudantes acreditam que independente do resultado esta foi uma experi\u00eancia que v\u00e3o levar para a vida e realizaram sonho criar algo que pode ajudar outras pessoas. &#8220;Esperamos que a ci\u00eancia possa trazer solu\u00e7\u00f5es o quanto antes na batalha contra o coronav\u00edrus&#8221;, avalia Jheimis.\u00a0Estudantes brasileiros conquistam o 2\u00ba lugar em competi\u00e7\u00e3o da Nasa<\/p>\n<p>Eles criaram um filtro purificador de ar e conseguiram o segundo lugar na etapa brasileira do &#8220;Nasa Space Apps Covid-19 Challenge&#8221;, um desafio de 48 horas da\u00a0ag\u00eancia espacial americana para criar inova\u00e7\u00f5es no combate a covid-19. O pr\u00f3ximo passo \u00e9 participar da edi\u00e7\u00e3o internacional da competi\u00e7\u00e3o em agosto.<\/p>\n<p>A etapa brasileira da competi\u00e7\u00e3o aconteceu entre os dias 30 e 31 de maio de maneira totalmente online e no formato Hackaton. Foram mais de 700 equipes ao redor do Brasil. Entre eles estava a equipe TaurusOx, composta por cinco jovens de diversas \u00e1reas do conhecimento, moradores de diferentes localidades do pa\u00eds e que se conheceram no dia da competi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Cada um dos cinco participantes se inscreveu individualmente para o hackaton e as equipes se juntaram de acordo com as \u00e1reas que pesquisavam. Eles escolheram pesquisar o ar em ambientes fechados por esta ser uma das principais formas de contamina\u00e7\u00e3o do coronav\u00edrus.<\/p>\n<p>&#8220;A qualidade do ar \u00e9 horr\u00edvel e os ambientes\u00a0 fechados apresentam um risco maior de contamina\u00e7\u00e3o pelo v\u00edrus&#8221;,\u00a0explica Luiza Amaral, estudante de 16 anos que integrou a equipe\u00a0TaurusOx. &#8220;Justamente nesses lugares sem ventila\u00e7\u00e3o que passamos a maior parte do tempo, como a nossa casa ou trabalho.&#8221;<\/p>\n<p>Com pesquisas disponibilizadas pela Nasa e o conhecimento de todos, eles propuseram um filtro de baixo custo, feito de algas, que pode matar o v\u00edrus e regular a qualidade do ar em ambientes fechados.\u00a0 &#8220;A gente pegou dados Esta\u00e7\u00e3o Espacial Internacional para definir o que \u00e9 um ar de boa qualidade e usar como refer\u00eancia&#8221;, complementa Luiza.<\/p>\n<p>A inova\u00e7\u00e3o saiu apesar das dificuldades enfrentadas pelos estudantes em uma uma competi\u00e7\u00e3o 100% online, os participantes da equipe nunca se encontraram presencialmente. &#8220;O maior desafio mesmo foi pensar em tudo isso de uma forma virtual, a gente n\u00e3o podia construir um prot\u00f3tipo&#8221;, explica\u00a0Jheimis Santos da Silva, que tamb\u00e9m fez parte da equipe vice-campe\u00e3.<\/p>\n<p>Diante das dificuldades, as expectativas eram baixas, mas quando o resultado saiu foi uma grande surpresa para todos. &#8220;A gente s\u00f3 queria se divertir e fazer um projeto que poderia de fato ajudar e quando recebemos a not\u00edcia ficamos realmente muito felizes&#8221;, conta Jheimis. &#8220;A nossa rea\u00e7\u00e3o foi quase de ceticismo, demorou para cair a ficha&#8221;, complementa Luiza.<\/p>\n<p>O pr\u00f3ximo passo para a equipe \u00e9 competir na edi\u00e7\u00e3o internacional do Hackaton da Nasa. A competi\u00e7\u00e3o conta com participantes de todo o mundo. Todas as equipes que participaram da edi\u00e7\u00e3o brasileira podem participar da internacional \u2014\u00a0 outra competi\u00e7\u00e3o e com jurados diferentes.<\/p>\n<p>Para essa nova etapa, Luiza diz que n\u00e3o vai criar expectativas. &#8220;\u00c9 um desafio muito grande&#8221;. Jhaimes, por sua vez, espera ficar entre os melhores. &#8220;Queremos mostrar para o mundo o nosso projeto e representar os brasileiros, a nossa intelig\u00eancia e o nosso prest\u00edgio&#8221;, destaca.<\/p>\n<p>Os estudantes acreditam que independente do resultado esta foi uma experi\u00eancia que v\u00e3o levar para a vida e realizaram sonho criar algo que pode ajudar outras pessoas. &#8220;Esperamos que a ci\u00eancia possa trazer solu\u00e7\u00f5es o quanto antes na batalha contra o coronav\u00edrus&#8221;, avalia Jheimis.\u00a0Estudantes brasileiros conquistam o 2\u00ba lugar em competi\u00e7\u00e3o da Nasa<\/p>\n<p>Eles criaram um filtro purificador de ar e conseguiram o segundo lugar na etapa brasileira do &#8220;Nasa Space Apps Covid-19 Challenge&#8221;, um desafio de 48 horas da\u00a0ag\u00eancia espacial americana para criar inova\u00e7\u00f5es no combate a covid-19. O pr\u00f3ximo passo \u00e9 participar da edi\u00e7\u00e3o internacional da competi\u00e7\u00e3o em agosto.<\/p>\n<p>A etapa brasileira da competi\u00e7\u00e3o aconteceu entre os dias 30 e 31 de maio de maneira totalmente online e no formato Hackaton. Foram mais de 700 equipes ao redor do Brasil. Entre eles estava a equipe TaurusOx, composta por cinco jovens de diversas \u00e1reas do conhecimento, moradores de diferentes localidades do pa\u00eds e que se conheceram no dia da competi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Cada um dos cinco participantes se inscreveu individualmente para o hackaton e as equipes se juntaram de acordo com as \u00e1reas que pesquisavam. Eles escolheram pesquisar o ar em ambientes fechados por esta ser uma das principais formas de contamina\u00e7\u00e3o do coronav\u00edrus.<\/p>\n<p>&#8220;A qualidade do ar \u00e9 horr\u00edvel e os ambientes\u00a0 fechados apresentam um risco maior de contamina\u00e7\u00e3o pelo v\u00edrus&#8221;,\u00a0explica Luiza Amaral, estudante de 16 anos que integrou a equipe\u00a0TaurusOx. &#8220;Justamente nesses lugares sem ventila\u00e7\u00e3o que passamos a maior parte do tempo, como a nossa casa ou trabalho.&#8221;<\/p>\n<p>Com pesquisas disponibilizadas pela Nasa e o conhecimento de todos, eles propuseram um filtro de baixo custo, feito de algas, que pode matar o v\u00edrus e regular a qualidade do ar em ambientes fechados.\u00a0 &#8220;A gente pegou dados Esta\u00e7\u00e3o Espacial Internacional para definir o que \u00e9 um ar de boa qualidade e usar como refer\u00eancia&#8221;, complementa Luiza.<\/p>\n<p>A inova\u00e7\u00e3o saiu apesar das dificuldades enfrentadas pelos estudantes em uma uma competi\u00e7\u00e3o 100% online, os participantes da equipe nunca se encontraram presencialmente. &#8220;O maior desafio mesmo foi pensar em tudo isso de uma forma virtual, a gente n\u00e3o podia construir um prot\u00f3tipo&#8221;, explica\u00a0Jheimis Santos da Silva, que tamb\u00e9m fez parte da equipe vice-campe\u00e3.<\/p>\n<p>Diante das dificuldades, as expectativas eram baixas, mas quando o resultado saiu foi uma grande surpresa para todos. &#8220;A gente s\u00f3 queria se divertir e fazer um projeto que poderia de fato ajudar e quando recebemos a not\u00edcia ficamos realmente muito felizes&#8221;, conta Jheimis. &#8220;A nossa rea\u00e7\u00e3o foi quase de ceticismo, demorou para cair a ficha&#8221;, complementa Luiza.<\/p>\n<p>O pr\u00f3ximo passo para a equipe \u00e9 competir na edi\u00e7\u00e3o internacional do Hackaton da Nasa. A competi\u00e7\u00e3o conta com participantes de todo o mundo. Todas as equipes que participaram da edi\u00e7\u00e3o brasileira podem participar da internacional \u2014\u00a0 outra competi\u00e7\u00e3o e com jurados diferentes.<\/p>\n<p>Para essa nova etapa, Luiza diz que n\u00e3o vai criar expectativas. &#8220;\u00c9 um desafio muito grande&#8221;. Jhaimes, por sua vez, espera ficar entre os melhores. &#8220;Queremos mostrar para o mundo o nosso projeto e representar os brasileiros, a nossa intelig\u00eancia e o nosso prest\u00edgio&#8221;, destaca.<\/p>\n<p>Os estudantes acreditam que independente do resultado esta foi uma experi\u00eancia que v\u00e3o levar para a vida e realizaram sonho criar algo que pode ajudar outras pessoas. &#8220;Esperamos que a ci\u00eancia possa trazer solu\u00e7\u00f5es o quanto antes na batalha contra o coronav\u00edrus&#8221;, avalia Jheimis.\u00a0Estudantes brasileiros conquistam o 2\u00ba lugar em competi\u00e7\u00e3o da Nasa<\/p>\n<p>Eles criaram um filtro purificador de ar e conseguiram o segundo lugar na etapa brasileira do &#8220;Nasa Space Apps Covid-19 Challenge&#8221;, um desafio de 48 horas da\u00a0ag\u00eancia espacial americana para criar inova\u00e7\u00f5es no combate a covid-19. O pr\u00f3ximo passo \u00e9 participar da edi\u00e7\u00e3o internacional da competi\u00e7\u00e3o em agosto.<\/p>\n<p>A etapa brasileira da competi\u00e7\u00e3o aconteceu entre os dias 30 e 31 de maio de maneira totalmente online e no formato Hackaton. Foram mais de 700 equipes ao redor do Brasil. Entre eles estava a equipe TaurusOx, composta por cinco jovens de diversas \u00e1reas do conhecimento, moradores de diferentes localidades do pa\u00eds e que se conheceram no dia da competi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Cada um dos cinco participantes se inscreveu individualmente para o hackaton e as equipes se juntaram de acordo com as \u00e1reas que pesquisavam. Eles escolheram pesquisar o ar em ambientes fechados por esta ser uma das principais formas de contamina\u00e7\u00e3o do coronav\u00edrus.<\/p>\n<p>&#8220;A qualidade do ar \u00e9 horr\u00edvel e os ambientes\u00a0 fechados apresentam um risco maior de contamina\u00e7\u00e3o pelo v\u00edrus&#8221;,\u00a0explica Luiza Amaral, estudante de 16 anos que integrou a equipe\u00a0TaurusOx. &#8220;Justamente nesses lugares sem ventila\u00e7\u00e3o que passamos a maior parte do tempo, como a nossa casa ou trabalho.&#8221;<\/p>\n<p>Com pesquisas disponibilizadas pela Nasa e o conhecimento de todos, eles propuseram um filtro de baixo custo, feito de algas, que pode matar o v\u00edrus e regular a qualidade do ar em ambientes fechados.\u00a0 &#8220;A gente pegou dados Esta\u00e7\u00e3o Espacial Internacional para definir o que \u00e9 um ar de boa qualidade e usar como refer\u00eancia&#8221;, complementa Luiza.<\/p>\n<p>A inova\u00e7\u00e3o saiu apesar das dificuldades enfrentadas pelos estudantes em uma uma competi\u00e7\u00e3o 100% online, os participantes da equipe nunca se encontraram presencialmente. &#8220;O maior desafio mesmo foi pensar em tudo isso de uma forma virtual, a gente n\u00e3o podia construir um prot\u00f3tipo&#8221;, explica\u00a0Jheimis Santos da Silva, que tamb\u00e9m fez parte da equipe vice-campe\u00e3.<\/p>\n<p>Diante das dificuldades, as expectativas eram baixas, mas quando o resultado saiu foi uma grande surpresa para todos. &#8220;A gente s\u00f3 queria se divertir e fazer um projeto que poderia de fato ajudar e quando recebemos a not\u00edcia ficamos realmente muito felizes&#8221;, conta Jheimis. &#8220;A nossa rea\u00e7\u00e3o foi quase de ceticismo, demorou para cair a ficha&#8221;, complementa Luiza.<\/p>\n<p>O pr\u00f3ximo passo para a equipe \u00e9 competir na edi\u00e7\u00e3o internacional do Hackaton da Nasa. A competi\u00e7\u00e3o conta com participantes de todo o mundo. Todas as equipes que participaram da edi\u00e7\u00e3o brasileira podem participar da internacional \u2014\u00a0 outra competi\u00e7\u00e3o e com jurados diferentes.<\/p>\n<p>Para essa nova etapa, Luiza diz que n\u00e3o vai criar expectativas. &#8220;\u00c9 um desafio muito grande&#8221;. Jhaimes, por sua vez, espera ficar entre os melhores. &#8220;Queremos mostrar para o mundo o nosso projeto e representar os brasileiros, a nossa intelig\u00eancia e o nosso prest\u00edgio&#8221;, destaca.<\/p>\n<p>Os estudantes acreditam que independente do resultado esta foi uma experi\u00eancia que v\u00e3o levar para a vida e realizaram sonho criar algo que pode ajudar outras pessoas. &#8220;Esperamos que a ci\u00eancia possa trazer solu\u00e7\u00f5es o quanto antes na batalha contra o coronav\u00edrus&#8221;, avalia Jheimis.\u00a0Estudantes brasileiros conquistam o 2\u00ba lugar em competi\u00e7\u00e3o da Nasa<\/p>\n<p>Eles criaram um filtro purificador de ar e conseguiram o segundo lugar na etapa brasileira do &#8220;Nasa Space Apps Covid-19 Challenge&#8221;, um desafio de 48 horas da\u00a0ag\u00eancia espacial americana para criar inova\u00e7\u00f5es no combate a covid-19. O pr\u00f3ximo passo \u00e9 participar da edi\u00e7\u00e3o internacional da competi\u00e7\u00e3o em agosto.<\/p>\n<p>A etapa brasileira da competi\u00e7\u00e3o aconteceu entre os dias 30 e 31 de maio de maneira totalmente online e no formato Hackaton. Foram mais de 700 equipes ao redor do Brasil. Entre eles estava a equipe TaurusOx, composta por cinco jovens de diversas \u00e1reas do conhecimento, moradores de diferentes localidades do pa\u00eds e que se conheceram no dia da competi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Cada um dos cinco participantes se inscreveu individualmente para o hackaton e as equipes se juntaram de acordo com as \u00e1reas que pesquisavam. Eles escolheram pesquisar o ar em ambientes fechados por esta ser uma das principais formas de contamina\u00e7\u00e3o do coronav\u00edrus.<\/p>\n<p>&#8220;A qualidade do ar \u00e9 horr\u00edvel e os ambientes\u00a0 fechados apresentam um risco maior de contamina\u00e7\u00e3o pelo v\u00edrus&#8221;,\u00a0explica Luiza Amaral, estudante de 16 anos que integrou a equipe\u00a0TaurusOx. &#8220;Justamente nesses lugares sem ventila\u00e7\u00e3o que passamos a maior parte do tempo, como a nossa casa ou trabalho.&#8221;<\/p>\n<p>Com pesquisas disponibilizadas pela Nasa e o conhecimento de todos, eles propuseram um filtro de baixo custo, feito de algas, que pode matar o v\u00edrus e regular a qualidade do ar em ambientes fechados.\u00a0 &#8220;A gente pegou dados Esta\u00e7\u00e3o Espacial Internacional para definir o que \u00e9 um ar de boa qualidade e usar como refer\u00eancia&#8221;, complementa Luiza.<\/p>\n<p>A inova\u00e7\u00e3o saiu apesar das dificuldades enfrentadas pelos estudantes em uma uma competi\u00e7\u00e3o 100% online, os participantes da equipe nunca se encontraram presencialmente. &#8220;O maior desafio mesmo foi pensar em tudo isso de uma forma virtual, a gente n\u00e3o podia construir um prot\u00f3tipo&#8221;, explica\u00a0Jheimis Santos da Silva, que tamb\u00e9m fez parte da equipe vice-campe\u00e3.<\/p>\n<p>Diante das dificuldades, as expectativas eram baixas, mas quando o resultado saiu foi uma grande surpresa para todos. &#8220;A gente s\u00f3 queria se divertir e fazer um projeto que poderia de fato ajudar e quando recebemos a not\u00edcia ficamos realmente muito felizes&#8221;, conta Jheimis. &#8220;A nossa rea\u00e7\u00e3o foi quase de ceticismo, demorou para cair a ficha&#8221;, complementa Luiza.<\/p>\n<p>O pr\u00f3ximo passo para a equipe \u00e9 competir na edi\u00e7\u00e3o internacional do Hackaton da Nasa. A competi\u00e7\u00e3o conta com participantes de todo o mundo. Todas as equipes que participaram da edi\u00e7\u00e3o brasileira podem participar da internacional \u2014\u00a0 outra competi\u00e7\u00e3o e com jurados diferentes.<\/p>\n<p>Para essa nova etapa, Luiza diz que n\u00e3o vai criar expectativas. &#8220;\u00c9 um desafio muito grande&#8221;. Jhaimes, por sua vez, espera ficar entre os melhores. &#8220;Queremos mostrar para o mundo o nosso projeto e representar os brasileiros, a nossa intelig\u00eancia e o nosso prest\u00edgio&#8221;, destaca.<\/p>\n<p>Os estudantes acreditam que independente do resultado esta foi uma experi\u00eancia que v\u00e3o levar para a vida e realizaram sonho criar algo que pode ajudar outras pessoas. &#8220;Esperamos que a ci\u00eancia possa trazer solu\u00e7\u00f5es o quanto antes na batalha contra o coronav\u00edrus&#8221;, avalia Jheimis.\u00a0Estudantes brasileiros conquistam o 2\u00ba lugar em competi\u00e7\u00e3o da Nasa<\/p>\n<p>Eles criaram um filtro purificador de ar e conseguiram o segundo lugar na etapa brasileira do &#8220;Nasa Space Apps Covid-19 Challenge&#8221;, um desafio de 48 horas da\u00a0ag\u00eancia espacial americana para criar inova\u00e7\u00f5es no combate a covid-19. O pr\u00f3ximo passo \u00e9 participar da edi\u00e7\u00e3o internacional da competi\u00e7\u00e3o em agosto.<\/p>\n<p>A etapa brasileira da competi\u00e7\u00e3o aconteceu entre os dias 30 e 31 de maio de maneira totalmente online e no formato Hackaton. Foram mais de 700 equipes ao redor do Brasil. Entre eles estava a equipe TaurusOx, composta por cinco jovens de diversas \u00e1reas do conhecimento, moradores de diferentes localidades do pa\u00eds e que se conheceram no dia da competi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Cada um dos cinco participantes se inscreveu individualmente para o hackaton e as equipes se juntaram de acordo com as \u00e1reas que pesquisavam. Eles escolheram pesquisar o ar em ambientes fechados por esta ser uma das principais formas de contamina\u00e7\u00e3o do coronav\u00edrus.<\/p>\n<p>&#8220;A qualidade do ar \u00e9 horr\u00edvel e os ambientes\u00a0 fechados apresentam um risco maior de contamina\u00e7\u00e3o pelo v\u00edrus&#8221;,\u00a0explica Luiza Amaral, estudante de 16 anos que integrou a equipe\u00a0TaurusOx. &#8220;Justamente nesses lugares sem ventila\u00e7\u00e3o que passamos a maior parte do tempo, como a nossa casa ou trabalho.&#8221;<\/p>\n<p>Com pesquisas disponibilizadas pela Nasa e o conhecimento de todos, eles propuseram um filtro de baixo custo, feito de algas, que pode matar o v\u00edrus e regular a qualidade do ar em ambientes fechados.\u00a0 &#8220;A gente pegou dados Esta\u00e7\u00e3o Espacial Internacional para definir o que \u00e9 um ar de boa qualidade e usar como refer\u00eancia&#8221;, complementa Luiza.<\/p>\n<p>A inova\u00e7\u00e3o saiu apesar das dificuldades enfrentadas pelos estudantes em uma uma competi\u00e7\u00e3o 100% online, os participantes da equipe nunca se encontraram presencialmente. &#8220;O maior desafio mesmo foi pensar em tudo isso de uma forma virtual, a gente n\u00e3o podia construir um prot\u00f3tipo&#8221;, explica\u00a0Jheimis Santos da Silva, que tamb\u00e9m fez parte da equipe vice-campe\u00e3.<\/p>\n<p>Diante das dificuldades, as expectativas eram baixas, mas quando o resultado saiu foi uma grande surpresa para todos. &#8220;A gente s\u00f3 queria se divertir e fazer um projeto que poderia de fato ajudar e quando recebemos a not\u00edcia ficamos realmente muito felizes&#8221;, conta Jheimis. &#8220;A nossa rea\u00e7\u00e3o foi quase de ceticismo, demorou para cair a ficha&#8221;, complementa Luiza.<\/p>\n<p>O pr\u00f3ximo passo para a equipe \u00e9 competir na edi\u00e7\u00e3o internacional do Hackaton da Nasa. A competi\u00e7\u00e3o conta com participantes de todo o mundo. Todas as equipes que participaram da edi\u00e7\u00e3o brasileira podem participar da internacional \u2014\u00a0 outra competi\u00e7\u00e3o e com jurados diferentes.<\/p>\n<p>Para essa nova etapa, Luiza diz que n\u00e3o vai criar expectativas. &#8220;\u00c9 um desafio muito grande&#8221;. Jhaimes, por sua vez, espera ficar entre os melhores. &#8220;Queremos mostrar para o mundo o nosso projeto e representar os brasileiros, a nossa intelig\u00eancia e o nosso prest\u00edgio&#8221;, destaca.<\/p>\n<p>Os estudantes acreditam que independente do resultado esta foi uma experi\u00eancia que v\u00e3o levar para a vida e realizaram sonho criar algo que pode ajudar outras pessoas. &#8220;Esperamos que a ci\u00eancia possa trazer solu\u00e7\u00f5es o quanto antes na batalha contra o coronav\u00edrus&#8221;, avalia Jheimis. vvuipe TaurusOx, composta por cinco jovens de diversas \u00e1reas do conhecimento, moradores de diferentes localidades do pa\u00eds e que se conheceram no dia da competi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Cada um dos cinco participantes se inscreveu individualmente para o hackaton e as equipes se juntaram de acordo com as \u00e1reas que pesquisavam. Eles escolheram pesquisar o ar em ambientes fechados por esta ser uma das principais formas de contamina\u00e7\u00e3o do coronav\u00edrus.<\/p>\n<p>&#8220;A qualidade do ar \u00e9 horr\u00edvel e os ambientes\u00a0 fechados apresentam um risco maior de contamina\u00e7\u00e3o pelo v\u00edrus&#8221;,\u00a0explica Luiza Amaral, estudante de 16 anos que integrou a equipe\u00a0TaurusOx. &#8220;Justamente nesses lugares sem ventila\u00e7\u00e3o que passamos a maior parte do tempo, como a nossa casa ou trabalho.&#8221;<\/p>\n<p>Com pesquisas disponibilizadas pela Nasa e o conhecimento de todos, eles propuseram um filtro de baixo custo, feito de algas, que pode matar o v\u00edrus e regular a qualidade do ar em ambientes fechados.\u00a0 &#8220;A gente pegou dados Esta\u00e7\u00e3o Espacial Internacional para definir o que \u00e9 um ar de boa qualidade e usar como refer\u00eancia&#8221;, complementa Luiza.<\/p>\n<p>A inova\u00e7\u00e3o saiu apesar das dificuldades enfrentadas pelos estudantes em uma uma competi\u00e7\u00e3o 100% online, os participantes da equipe nunca se encontraram presencialmente. &#8220;O maior desafio mesmo foi pensar em tudo isso de uma forma virtual, a gente n\u00e3o podia construir um prot\u00f3tipo&#8221;, explica\u00a0Jheimis Santos da Silva, que tamb\u00e9m fez parte da equipe vice-campe\u00e3.<\/p>\n<p>Diante das dificuldades, as expectativas eram baixas, mas quando o resultado saiu foi uma grande surpresa para todos. &#8220;A gente s\u00f3 queria se divertir e fazer um projeto que poderia de fato ajudar e quando recebemos a not\u00edcia ficamos realmente muito felizes&#8221;, conta Jheimis. &#8220;A nossa rea\u00e7\u00e3o foi quase de ceticismo, demorou para cair a ficha&#8221;, complementa Luiza.<\/p>\n<p>O pr\u00f3ximo passo para a equipe \u00e9 competir na edi\u00e7\u00e3o internacional do Hackaton da Nasa. A competi\u00e7\u00e3o conta com participantes de todo o mundo. Todas as equipes que participaram da edi\u00e7\u00e3o brasileira podem participar da internacional \u2014\u00a0 outra competi\u00e7\u00e3o e com jurados diferentes.<\/p>\n<p>Para essa nova etapa, Luiza diz que n\u00e3o vai criar expectativas. &#8220;\u00c9 um desafio muito grande&#8221;. Jhaimes, por sua vez, espera ficar entre os melhores. &#8220;Queremos mostrar para o mundo o nosso projeto e representar os brasileiros, a nossa intelig\u00eancia e o nosso prest\u00edgio&#8221;, destaca.<\/p>\n<p>Os estudantes acreditam que independente do resultado esta foi uma experi\u00eancia que v\u00e3o levar para a vida e realizaram sonho criar algo que pode ajudar outras pessoas. &#8220;Esperamos que a ci\u00eancia possa trazer solu\u00e7\u00f5es o quanto antes na batalha contra o coronav\u00edrus&#8221;, avalia Jheimis.\u00a0Estudantes brasileiros conquistam o 2\u00ba lugar em competi\u00e7\u00e3o da Nasa<\/p>\n<p>Eles criaram um filtro purificador de ar e conseguiram o segundo lugar na etapa brasileira do &#8220;Nasa Space Apps Covid-19 Challenge&#8221;, um desafio de 48 horas da\u00a0ag\u00eancia espacial americana para criar inova\u00e7\u00f5es no combate a covid-19. O pr\u00f3ximo passo \u00e9 participar da edi\u00e7\u00e3o internacional da competi\u00e7\u00e3o em agosto.<\/p>\n<p>A etapa brasileira da competi\u00e7\u00e3o aconteceu entre os dias 30 e 31 de maio de maneira totalmente online e no formato Hackaton. Foram mais de 700 equipes ao redor do Brasil. Entre eles estava a equipe TaurusOx, composta por cinco jovens de diversas \u00e1reas do conhecimento, moradores de diferentes localidades do pa\u00eds e que se conheceram no dia da competi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Cada um dos cinco participantes se inscreveu individualmente para o hackaton e as equipes se juntaram de acordo com as \u00e1reas que pesquisavam. Eles escolheram pesquisar o ar em ambientes fechados por esta ser uma das principais formas de contamina\u00e7\u00e3o do coronav\u00edrus.<\/p>\n<p>&#8220;A qualidade do ar \u00e9 horr\u00edvel e os ambientes\u00a0 fechados apresentam um risco maior de contamina\u00e7\u00e3o pelo v\u00edrus&#8221;,\u00a0explica Luiza Amaral, estudante de 16 anos que integrou a equipe\u00a0TaurusOx. &#8220;Justamente nesses lugares sem ventila\u00e7\u00e3o que passamos a maior parte do tempo, como a nossa casa ou trabalho.&#8221;<\/p>\n<p>Com pesquisas disponibilizadas pela Nasa e o conhecimento de todos, eles propuseram um filtro de baixo custo, feito de algas, que pode matar o v\u00edrus e regular a qualidade do ar em ambientes fechados.\u00a0 &#8220;A gente pegou dados Esta\u00e7\u00e3o Espacial Internacional para definir o que \u00e9 um ar de boa qualidade e usar como refer\u00eancia&#8221;, complementa Luiza.<\/p>\n<p>A inova\u00e7\u00e3o saiu apesar das dificuldades enfrentadas pelos estudantes em uma uma competi\u00e7\u00e3o 100% online, os participantes da equipe nunca se encontraram presencialmente. &#8220;O maior desafio mesmo foi pensar em tudo isso de uma forma virtual, a gente n\u00e3o podia construir um prot\u00f3tipo&#8221;, explica\u00a0Jheimis Santos da Silva, que tamb\u00e9m fez parte da equipe vice-campe\u00e3.<\/p>\n<p>Diante das dificuldades, as expectativas eram baixas, mas quando o resultado saiu foi uma grande surpresa para todos. &#8220;A gente s\u00f3 queria se divertir e fazer um projeto que poderia de fato ajudar e quando recebemos a not\u00edcia ficamos realmente muito felizes&#8221;, conta Jheimis. &#8220;A nossa rea\u00e7\u00e3o foi quase de ceticismo, demorou para cair a ficha&#8221;, complementa Luiza.<\/p>\n<p>O pr\u00f3ximo passo para a equipe \u00e9 competir na edi\u00e7\u00e3o internacional do Hackaton da Nasa. A competi\u00e7\u00e3o conta com participantes de todo o mundo. Todas as equipes que participaram da edi\u00e7\u00e3o brasileira podem participar da internacional \u2014\u00a0 outra competi\u00e7\u00e3o e com jurados diferentes.<\/p>\n<p>Para essa nova etapa, Luiza diz que n\u00e3o vai criar expectativas. &#8220;\u00c9 um desafio muito grande&#8221;. Jhaimes, por sua vez, espera ficar entre os melhores. &#8220;Queremos mostrar para o mundo o nosso projeto e representar os brasileiros, a nossa intelig\u00eancia e o nosso prest\u00edgio&#8221;, destaca.<\/p>\n<p>Os estudantes acreditam que independente do resultado esta foi uma experi\u00eancia que v\u00e3o levar para a vida e realizaram sonho criar algo que pode ajudar outras pessoas. &#8220;Esperamos que a ci\u00eancia possa trazer solu\u00e7\u00f5es o quanto antes na batalha contra o coronav\u00edrus&#8221;, avalia Jheimis.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Eles criaram um filtro purificador de ar e conseguiram o segundo lugar na etapa brasileira do &#8220;Nasa Space Apps Covid-19 Challenge&#8221;, um desafio de 48 horas da\u00a0ag\u00eancia espacial americana para criar inova\u00e7\u00f5es no combate a covid-19. 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