{"id":5967,"date":"2014-02-27T03:18:28","date_gmt":"2014-02-27T07:18:28","guid":{"rendered":"http:\/\/www.brazilianpress.com\/v1\/?p=5967"},"modified":"2014-02-27T03:18:28","modified_gmt":"2014-02-27T07:18:28","slug":"ue-melhora-previsoes-de-crescimento-recuperacao-se-consolida","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.brazilianpress.com\/v1\/2014\/02\/27\/ue-melhora-previsoes-de-crescimento-recuperacao-se-consolida\/","title":{"rendered":"UE melhora previs\u00f5es de crescimento, recupera\u00e7\u00e3o se consolida"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignright size-medium wp-image-5968\" alt=\"euro\" src=\"http:\/\/www.brazilianpress.com\/v1\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/euro-300x195.jpg\" width=\"300\" height=\"195\" srcset=\"https:\/\/www.brazilianpress.com\/v1\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/euro-300x195.jpg 300w, https:\/\/www.brazilianpress.com\/v1\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/euro.jpg 500w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/>A Uni\u00e3o Europeia revisou para cima na ter\u00e7a-feira as previs\u00f5es de crescimento para a regi\u00e3o e destacou que as reformas realizadas pelos estados membros tornam a modesta melhora sustent\u00e1vel.<\/p>\n<p>A zona do euro (integrada por 18 dos 28 pa\u00edses da Uni\u00e3o Europeia, UE) crescer\u00e1 em m\u00e9dia este ano 1,2% e 1,8% em 2015, pouco mais que o previsto em novembro (1,1% e 1,7%), segundo a Comiss\u00e3o Europeia. Por outro lado, a UE em conjunto crescer\u00e1 1,5% este ano e 2% no pr\u00f3ximo, em ambos os casos um d\u00e9cimo a mais que em suas estimativas anteriores.<!--more--><\/p>\n<p>A zona do euro p\u00f4s fim a 18 meses de recess\u00e3o no segundo trimestre de 2013 e, ap\u00f3s &#8220;tr\u00eas trimestres consecutivos de uma t\u00edmida recupera\u00e7\u00e3o, est\u00e1 previsto um moderado crescimento&#8221;, afirma a Comiss\u00e3o em seu relat\u00f3rio sobre previs\u00f5es de inverno.<\/p>\n<p>A Alemanha, principal pot\u00eancia econ\u00f4mica do bloco, crescer\u00e1 1,8% este ano e 2% em 2015, um pouco mais que nas previs\u00f5es de novembro, enquanto a Fran\u00e7a crescer\u00e1 1% em 2014 e 1,7% no pr\u00f3ximo ano.<\/p>\n<p>A Comiss\u00e3o tamb\u00e9m prev\u00ea uma melhora na Espanha, onde prev\u00ea um crescimento para este ano de 1% e de 1,7% para o pr\u00f3ximo. Essa proje\u00e7\u00e3o coincide com a do governo espanhol anunciada nesta ter\u00e7a-feira pelo presidente Mariano Rajoy para este ano, e melhora inclusive a de Madri (1,5%) para o pr\u00f3ximo.<\/p>\n<p>A Gr\u00e9cia, que teve que ser resgatada duas vezes, espera p\u00f4r fim a seis anos de profunda recess\u00e3o com um crescimento de 0,6% este ano e de 2,9% no pr\u00f3ximo, enquanto a It\u00e1lia crescer\u00e1 tamb\u00e9m, 0,6% e 1,2%.<\/p>\n<p>A Gr\u00e3-Bretanha, que n\u00e3o faz parte da zona do euro, se afasta de seus s\u00f3cios comunit\u00e1rios com um crescimento de 2,5% este ano e 2,4% no pr\u00f3ximo.<\/p>\n<p>Em compara\u00e7\u00e3o, a economia dos Estados Unidos crescer\u00e1 este ano 2,9% e 3,2% no pr\u00f3ximo.<\/p>\n<p>A Comiss\u00e3o considerou que a probabilidade de defla\u00e7\u00e3o \u00e9 marginal na zona do euro.<\/p>\n<p>A infla\u00e7\u00e3o caiu de forma constante nos \u00faltimos meses (0,8% em janeiro) a um n\u00edvel muito inferior \u00e0 meta de 2% do Banco Central Europeu.<\/p>\n<p>Isso evidencia a fragilidade do consumo das fam\u00edlias e gera temores de um cen\u00e1rio de queda de pre\u00e7os, sal\u00e1rios e investimentos que poderia provocar um ciclo do qual seria dif\u00edcil sair.<\/p>\n<p>A Comiss\u00e3o destaca que se esse risco for afastado, a recupera\u00e7\u00e3o seria mais forte que o esperado, especialmente se &#8220;forem realizadas reformas estruturais mais audazes&#8221;.<\/p>\n<p>Com essas perspectivas, a Comiss\u00e3o considera que a infla\u00e7\u00e3o na zona do euro se situar\u00e1 este ano em 1% e em 1,3% no pr\u00f3ximo, inferior \u00e0 previs\u00e3o anterior de 1,5% e de 1,4%.<\/p>\n<p>No caso do desemprego, seria mantido o atual recorde de 12% este ano e ser\u00e1 preciso esperar o pr\u00f3ximo para que seja reduzido a 11,7%, melhor que as previs\u00f5es em novembro.<\/p>\n<p>As finan\u00e7as dos estados membros que sofreram os embates da crise da d\u00edvida mostram sinais de se estabilizar, disse a Comiss\u00e3o, embora previna que ainda h\u00e1 muito a fazer.<\/p>\n<p>O d\u00e9ficit p\u00fablico m\u00e9dio da zona do euro &#8211; a diferen\u00e7a entre as receitas e os gastos dos estados &#8211; se situar\u00e1 em torno de 2,6% do Produto Interno Bruto este ano e de 2,5% em 2015, abaixo da meta de 3% que a UE fixa.<\/p>\n<p>Contudo, \u00e9 levemente pior que as estimativas anteriores de 2,5% e de 2,4%.<\/p>\n<p>A d\u00edvida total acumulada n\u00e3o melhorar\u00e1 muito e se situar\u00e1 em 95,9% e 95,4% neste e no pr\u00f3ximo ano, respectivamente, muito acima do limite de 60%.<\/p>\n<p>Contudo, as diferen\u00e7as, considerando caso a caso, s\u00e3o grandes. A Alemanha ter\u00e1 um d\u00e9ficit zero, enquanto a Fran\u00e7a descumprir\u00e1 a meta de 3% acordada com a Comiss\u00e3o para estabilizar suas contas p\u00fablicas. Seu d\u00e9ficit ser\u00e1 de 4% em 2014 e de 3,9% em 2015.<\/p>\n<p>O d\u00e9ficit da Espanha ser\u00e1 de 5,8% este ano, frente a 7,2% de 2013, antes de voltar a subir a 6,5% em 2015 ap\u00f3s a redu\u00e7\u00e3o dos est\u00edmulos, prev\u00ea a Comiss\u00e3o.<\/p>\n<p>A Gr\u00e9cia, que est\u00e1 em dif\u00edceis negocia\u00e7\u00f5es com os credores internacionais sobre suas reformas e futuras necessidades financeiras, voltar\u00e1 a positivo (1%) em 2015, ap\u00f3s um d\u00e9ficit de 2,2% este ano e de 13,1% em 2013.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Uni\u00e3o Europeia revisou para cima na ter\u00e7a-feira as previs\u00f5es de crescimento para a regi\u00e3o e destacou que as reformas realizadas pelos estados membros tornam a modesta melhora sustent\u00e1vel. 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