Descobertos durante a construção da capital federal nos anos 60, o “Juscelinomys Candango” foi extinto do cerrado e agora só pode ser visto nos livros científicos, assim como a “phrynomedusa fimbriata”, a perereca de Santo André, mas isso é outra parte da história biológica brasileira. O mal que acabou com o rato candango habitante do cerrado brasileiro na época da construção de Brasília criou outro candango, nome dado aos construtores da nova capital federal, mas passada a fase da construção Brasília criou uma nova espécie de rato. Uma espécie que tem em todas as partes, mas que vão a Brasília. Na grande maioria são da pior qualidade é a do “polytycus candangus ladronys”. Uma espécie que está longe da extinção, pois se prolifera aos milhões em todas as partes do país e em todas as classes sociais. Essa espécie anda sempre acompanhada do “corruptus mau caratys”. Estes dois seres em combinação é um dos piores males da fauna e da flora brasileira. Alimentam-se da “verbys pública brasilis”, mas ultimamente os candangos de ternos de grife e gravatas de ótima qualidade, longe da extinção, não se locomovem mais sobre as 4 patas como seus antepassados, mesmo porque eles só têm duas patas, duas mãos e dez dedos bem ágeis sobre o patrimônio público, pois na mentalidade do político brasileiro tudo que é público não tem dono, esquecem que se é público todos são os donos .
Os ratos de Brasília, que nascem em todas as partes do país, estão longe da extinção como os indefesos “Juscelinomys Candango” típico do cerrado e que hoje fazem parte do passado biológico da região. Os atuais ratos da política brasileira causam mais danos à nação do que aqueles ratinhos que roubaram a cena na passagem ao vivo da repórter global Delys Ortiz na matéria para o Jornal Nacional e comentada no Fantástico. Eles fazem orgia com o dinheiro público, veja o caso das passagens aéreas para a Europa e EUA. Passagens para os puxa sacos, familiares, sindicalistas, artistas gostosas da televisão, etc. Eles têm mensalão, sanguessugas, escândalo da mandioca e petrolão. Lembram-se dele??? Pois é. Não deu em nada e nunca dará. E a casa do diretor do Senado no valor de milhões de reais? Os ratos de Brasília, meus amigos, são os roedores do erário, da consciência do povo brasileiro, mas lá e em muitas partes do Brasil todos roem. Desde o mais simples ao funcionário do mais alto escalão, pois os ratos estão em todas as partes do país roendo e se fartando com o patrimônio público, o bem de todos e da nação, mas como diz a máxima popular: ladrão que rouba ladrão tem 100 anos de perdão. A extinção do “juscelinomys candango” foi uma grande perda para o bioma do cerrado e do reino animal, mas se o mesmo vier a acontecer com os ratos de Brasilia, os “polytycus candangus ladronys” será um grande feito para o povo da Terra Brasilis. Até este dia acontecer viveremos como “pryhomedusa fimbriata” a extinta perereca de Santo André, seguiremos coaxando à beira do brejo da descrença e da impunidade perpetuada na pátria amada Brasil.














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