
Estes pintinhos fluorescentes parecem algo nuclear, mas na verdade são pioneiros em pesquisas científicas. Uma proteína que brilha foi injetada neles para facilitar os estudiosos na hora de distingui-los.
Desde dezembro mais de 48 milhões de frangos, galinhas e perus morreram devido à gripe aviária, nos Estados Unidos. Para diferenciar os animais durante os estudos, a professora Helen Sang, do The Roslin Institute, na Universidade de Edinburgo, aplicou esta proteína especial nas gemas de ovos que acabaram de ser postos.
Juntamente com isso, os genes dos animais foram modificados para apresentar resistência à doença. Desta forma, aqueles filhotes que carregam a possível solução para a epidemia entre os animais, podem ser enxergados facilmente na luz negra.
Quando os pintinhos modificados entram em contato com o vírus, o novo código genético dribla a doença e inibe sua capacidade de reproduzir-se. Em um estudo, cientistas colocaram 16 frangos infectados, 16 normais e 16 geneticamente modificados. Estes últimos foram menos susceptíveis à infecção se comparados com os outros.















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