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Policial de Long Island é acusado de provocar a morte do filho de 8 anos

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Para os investigadores, Michael Valva colocou seu filho de 8 anos de castigo na garagem sem aquecimento durante uma noite de temperatura de -7ºC.

Um menino de 8 anos morreu congelado na cidade de Long Island, no estado de Nova York, nos Estados Unidos –os investigadores suspeitam que o pai, um policial, colocou o filho de castigo na garagem sem aquecimento e sem comida. O caso aconteceu no dia 17 de janeiro. Uma viatura respondeu a um chamado telefônico e, ao chegar na residência de Michael Valva, um policial, no porão, fazendo respiração boca-a-boca no filho Thomas, de 8 anos.

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No momento, Valva disse que o garoto havia caído. A criança foi levada a um hospital, onde sua morte foi declarada. Quando o menino chegou, sua temperatura corporal era de pouco mais de 24ºC. Valva e sua noiva foram acusados pela polícia de homicídio por uma conduta que criou um grave risco de morte para a criança, segundo a comissária Geraldine Hart. “Thomas Valva (o menino) foi submetido a uma temperatura congelante durante uma noite na garagem de casa, quando a temperatura externa era de -7ºC”, ela afirmou, de acordo com o “The Washington Post”.

Michael Valva e Angela Pollina, acusados pela morte de Thomas Valva, de 8 anos — Foto: Suffolk County Sheriff/Divulgação/Via AP

As autoridades disseram ao “The New York Times” que encontraram vídeos de duas noites antes da morte do garoto que mostravam ele e um de seus irmãos tremendo no chão da garagem, sem colchão, sem coberta e nem travesseiros. A noiva do policial afirma que é inocente, diz seu advogado.

Mãe acusa instituições por não agir

Além de Thomas, o garoto que morreu, havia outras cinco crianças na casa: dois irmãos dele e três filhas da noiva do policial. Essas crianças foram retiradas do casal. No ano passado, assistentes sociais foram chamados para fazer uma vistoria, mas não encontraram ninguém na casa. A ex-mulher de Valva e mãe da vítima, Justyna Zubko-Valva, tem afirmado, há anos, que o pai abusava das crianças. Ela perdeu custódia dos filhos em 2017, mas não se sabe o porquê. Ela entrou com pedido divórcio no ano passado. Em entrevista ao “New York Post”, ela afirmou que há muitas pessoas responsáveis pela tragédia. “As instituições que deveriam proteger as crianças protegeram os abusadores”, disse.

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