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Michele Bolsonaro recebe recado de prefeito de NY: “Mande seu marido se vacinar também”

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O prefeito de New York, Bill de Blasio, reagiu na terça-feira à notícia de que a primeira-dama Michelle Bolsonaro se vacinou nos Estados Unidos e voltou a provocar o presidente brasileiro. Em publicação nas redes sociais, o norte-americano sugeriu que ela mandasse Jair Bolsonaro também se imunizar contra a Covid-19.

“Mande seu marido se vacinar também para que ele deixe de ser um perigo para outras pessoas”, escreveu de Blasio no Twitter ao compartilhar uma reportagem do jornal New York Times sobre a vacinação de Michelle durante sua passagem pelos EUA em meio à Assembleia Geral da ONU.

Bolsonaro informou em sua live semanal que Michelle havia tomado a vacina nos EUA. O presidente brasileiro afirma que não recebeu o imunizante contra Covid-19, motivo pelo qual ele foi criticado durante sua viagem a New York para participar da Assembleia Geral da ONU. Ele é o único chefe de Estado entre as principais economias do mundo que diz não ter se vacinado.

No dia seguinte, a Secretaria Especial de Comunicação Social do governo confirmou que a primeira-dama se vacinou nos EUA. Em nota, disse que, antes de retornar ao Brasil, Michelle realizou o teste PCR obrigatório para embarque e foi questionada por um médico se não queria aproveitar para se imunizar.

O prefeito de New York criticou repetidas vezes o presidente brasileiro por viajar ao país sem ter se vacinado. Em entrevista, de Blasio disse, se dirigindo a Bolsonaro, que “se você não quer se vacinar, não se dê o trabalho de vir”.

Na semana passada, de Blasio também marcou Bolsonaro em uma publicação que mostrava o presidente brasileiro comendo pizza na calçada em razão das normas em vigor em New York para não vacinados. O post dizia: “Bem-vindo a New York, Bolsonaro”. Em outro post irônico, o prefeito avisou sobre os locais de vacinação na cidade.

Em 2019, Bill de Blasio já havia se envolvido em uma troca de farpas com Bolsonaro. As desavenças começaram em abril, quando um grupo pediu o cancelamento de uma homenagem da Câmara de Comércio Brasil-EUA ao presidente brasileiro. Inicialmente, o prêmio seria entregue a Bolsonaro em New York, mas o prefeito deixou claro que o presidente brasileiro não seria bem-vindo.

De Blasio acusou o presidente brasileiro de ser racista, homofóbico e destrutivo e Bolsonaro rebateu chamando o prefeito de radical. Ele recebeu o apoio, entre outros, do vice-presidente Hamilton Mourão, que acusou o líder americano de ofender todos os brasileiros.


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