
As autoridades de Aduanas e Proteção de Fronteiras causaram grande preocupação e ira de vários passageiros que foram detidos para checar seus documentos ao chegarem ao aeroporto John F. Kennedy em New York.
Quando Kelley Amadei desembarcou do voo da Delta 1583 com sua esposa e seu filho no aeroporto JFK nunca pensou que seria recebido por agentes de CPB no portão de desembarque, segundo disse em uma entrevista.
Ele disse que ao aterrissar em New York saindo de San Francisco uma auxiliar de voo avisou aos passageiros que tivessem seus documentos de viagem prontos para serem inspecionados antes de sair do avião. Assim que ele e sua família saíram, um agente revistou seus documentos de identificação, enquanto comparavam seus rostos com as identificações, inclusive seu filho de 7 anos. Amadei acrescentou que nunca experimentou algo similar anteriormente.
Os passageiros do voo catalogaram a experiência como desconcertante em meio das tensões que vive o país diante das polêmicas ações migratórias do presidente Trump. Os passageiros estão exigindo respostas sobre o porquê dos agentes da CBP terem bloqueado a saída e checarem as identificações.
Amadei estava tão preocupado por sua experiência, que voltou até a porta para falar com os oficiais. O oficial lhe disse: “Não deve se preocupar, fazemos isso de vez em quando”. Um porta-voz disse que estavam procurando uma pessoa específica. “Um juiz de imigração ordenou a retirada deste indivíduo “, segundo um comunicado.
A CBP disse que dois agentes revisaram os documentos dos passageiros com a finalidade de ajudar a encontrar o indivíduo, cuja identidade não foi revelada, e que no fim não estava a bordo desse voo. O porta-voz acrescentou que a CBP faz estas operações com regularidade, e que esse processo começou depois dos ataques terroristas de 11 de setembro às torres gêmeas. Também que este caso era um pouco diferente porque não tinham uma imagem de quem procuravam, só um nome. A Delta Airlines não se comentou nada a respeito do ocorrido.















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