A família da garota de 12 anos de New Jersey que se suicidou-se em junho passado, está planejando processar o distrito escolar onde ela estudava, argumentando que a garota foi intimidada durante meses antes da tragédia, que dizem poderia ser evitada.
A família anunciou, junto com seu advogado, que demandarão o distrito escolar Rockaway Township porque não fizeram nada para parar os meses de intimidação que levaram Mallory Grossman ao suicídio. Mallory era uma destacada ginasta descrita pela família e amigos como una pequena que agradava a todos e muito sociável. Mas o advogado da família disse que a menor foi torturada durante meses por outras alunas diariamente.
Em outubro, Mallory chegou em casa e comentou com sua mãe sobre os olhares sujos e ao constante bullying que sofria, onde lhe colocavam apelidos, que a faziam ficar separada dos demais, ao ponto que ela começou a ter dores de cabeça. A família de maneira respeitosa pediu aos oficiais da escola ajuda para parar a tortura, mas o distrito escolar não fez nada. O dia que Mallory se suicidou, sua mãe havia ido à escola para queixar-se, novamente, que sua filha estava sendo agredida e intimidada.
“Por meses, houve textos, Snapchat, Instagram. Por meses lhe disseram que era uma perdedora, que não tinha amigos. E finalmente, chegaram a dizer “Por que não te suicidas?”, informou o advogado da família Bruce Nagel, que acrescentou que um celular pode ser “uma arma mortal” em mãos erradas.
Não se sabe porque Mallory era objeto dos ataques. Sua mãe garante que era porque Mallory era popular, uma atleta, uma menina calada e boa aluna, “ela representava o que não podiam ser”, disse a mãe. O porta-voz do Fiscal do Condado de Morris, Fred Snowflake, disse que a investigação sobre o suicídio de Mallory ainda estão sendo investigados.















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