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Familiares se despedem de brasileira assassinada em Connectcut. Corpo foi finalmente trasladado

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O corpo da paraense Malyssa Pereira da Costa foi enterrado em Parauapebas, no Pará, na última sexta-feira (12). A jovem de 21 anos foi assassinada em novembro de 2023 nos Estados Unidos. Parentes e amigos prestaram as últimas homenagens à paraense antes do sepultamento em um cemitério da cidade.

O corpo de Melyssa foi encontrado no dia 20 de novembro dentro da casa onde morava no estado de Connectcut, nos Estados Unidos, onde morava com o filho, de um ano, e o então companheiro, principal suspeito da morte da paraense. Ele também foi encontrado morto em um outro cômodo da residência. A família da paraense agora luta para conseguir a guarda da criança e trazê-la ao Brasil.

Melyssa, Dhelarday e o filho durante Natal nos EUA: com a morte dos pais, bebê agora está sob a guarda do Estado norte-americano — Foto: Reprodução/Rede social

Melyssa Pereira da Costa, de 21 anos, foi encontrada morta na própria casa, na cidade de Danbury, estado de Connecticut, nos Estados Unidos, na última segunda-feira (20). A paraense tinha um filho de um pouco mais de um ano com Dheraldy Mendes, também paraense. Ele foi encontrado morto junto com a ex-companheira e a principal suspeita é que ele a tenha matado a jovem e depois tirado a própria vida, segundo familiares de Melyssa. Uma prima e o pai de Dheraldy encontraram os corpos dentro da casa e o filho do casal, chorando.

Melyssa trabalhava em uma clínica odontológica na cidade de Canaã dos Carajás como recepcionista, antes de decidir sair do Brasil com o namorado. A paraense sonhava em ser juíza. Antes de ir para os Estados Unidos, passou no vestibular para Educação Física, chegou a cursar, mas abandonou por não ser o que queria fazer. Já nos EUA, trabalhou como babá e depois em um restaurante e em um bar. Estava estudando Biomedicina e Investigação Criminal.

Melyssa engravidou de Dheraldy e até então tudo corria bem, segundo Francinete Ribeiro, tia de Melyssa, “com o decorrer do tempo, ele começou a ficar ciumento, e ela, trabalhando em dois lugares”. Semanas antes da tragédia, a brasileira decidiu romper com o relacionamento, mas ainda não havia saído de casa. O filho do casal está sob tutela do estado americano. Não foi permitido que o bebê ficasse com a família paterna, que também mora na cidade americana, pelo menos até o final das investigações. A família materna vai requerer a guarda da criança.


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