Com certeza que não desistiremos, esteja você onde estiver tenha essa certeza, conterrâneo Eduardo Campos, que a sua morte não tenha sido em vão, que os seus sonhos sejam materializados pela força do povo da terra dos altos coqueiros e os filhos da pátria amada, nem sempre gentil, lutem contra esse mar de corrupção, esse tsunami de safadezas que emanou do Planalto Central e tomou conta do Brasil nos últimos 12, vamos lutar da mesma forma que nossos antepassados lutaram na expulsão do holandeses do nosso querido Jaboatão dos Guararapes.
Que o povo brasileiro em nosso território e em várias partes do mundo não desistam do Brasil, pois é aqui que nascemos e um dia morreremos e descansar na eternidade, um país rico de um povo lutador não irá se acomodar diante dos descalabros que vivenciamos diariamente no noticiário nacional. Acorda povo. Acordem conterrâneos. A noite tem que morrer para um novo dia nascer, ressurgir na penumbra escura da madrugada, que a morte de Eduardo Campos sirva como um elo para reflexão e o despertar deste rico, roubado, gigante anestesiado e dilapidado por políticos facínoras e maus caráteres que roubam o bem público, o nosso patrimônio, nas alçadas municipal, estadual e federal, vamos dar um basta nessa cambada de ladrões de merendas, de verbas da saúde, da educação, da segurança pública, nós, o povo, temos o poder na ponta dos nossos dedos. Clamamos em uma só voz, esclareçam as condições deste acidente. São muitas as perguntas que não querem calar no seio do povo, nós merecemos uma resposta verdadeira à altura da grandeza de nossa brava gente brasileira.
É hora de termos leis que governem homens, chega de homens que governem as leis, que nossa Constituição seja respeitada e acatada. Só o povo brasileiro pode resgatar o respeito do mundo, respeito que merecemos. Conquistado com muita luta e muito sangue em 514 anos de história, é hora de deixarmos de agir e atuar como uma republiqueta de bananas. Acorda povo, olha o tamanho e o poder da República Federativa do Brasil, somos muito mais do que uma camisa amarela dentro das 4 linhas num estádio de futebol. Humilhação não foi um placar de 7 a 1. Humilhação é sermos tão ricos e vivermos de pires na mão na busca de tudo: escola, hospitais, remédios sendo roubados por aqueles que nós mesmos escolhemos para nos representar. Poderemos mudar o destino do nosso povo, da nossa terra, escolhermos o caminho a seguir. Que país deixaremos para nossos filhos e netos? Em qual terra passaremos o resto dos nossos dias? Vamos varrer da vida pública, essa camarilha de larápios que aí está e pretende continuar, recordem os escândalos, as negativas diante do óbvio.
Chega de tanta pasmaceira, é hora de sacudir a poeira e dar uma grande volta por cima. O nosso país, o nosso povo, não merece este descalabro em que vivemos, onde o nosso patrimônio vem sendo sistematicamente usado para enriquecimento ilícito de várias vossas excelências. Diante de tudo isso aqui exposto é hora de seguirmos a risca o sentido desta frase: não vamos desistir do Brasil Eduardo Acioly Campos. Eu não vou e você leitor?















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