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Ebola: Muito Barulho por Nada ou Pesadelo do Novo Século?

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Roger Costa– Desde o inÍcio deste ano, quando uma epidemia da doença Ebola tomou conta de alguns países africanos, República da Guiné, Libéria, Nigéria, Serra Leoa e Senegal, o mundo inteiro tem observado cuidadosamente cada passo dessa trajetória mortífera. Nas últimas semanas, com o quadro elevado de mortes na África devido a doença, o assunto ganhou mais atenção da mídia, das autoridades e vem causando temor na população, com suas consequências, das quais, a maior delas, é o medo de uma epidemia mundial. O Ebola é uma doença severa, frequentemente mortal, que pode ser contraída através da troca de fluídos corporais, como saliva, urina ou vôtimo, pelo contato sexual desprotegido ou pelo contato com animais infectados como morcegos, antílopes ou macacos.

Até este momento, não existe um tratamento específico ou uma vacina licenciada para combater a doença, tampouco se conhece se sua transmissão pode ocorrer também através do ar. Nos Estados Unidos, o primeiro paciente diagnosticado com o vírus do Ebola foi no Texas, que havia retornado de viagem de uma área contaminada na África e foi divulgado no início deste mês. O homem não sobreviveu e faleceu uma semana depois. As enfermeiras que o estavam auxiliando contraíram o vírus, mas a doença não se agravou, e elas já encontram-se fora de tratamento. No entanto, um mandado obrigatório implementado pelo Governo de alguns estados, incluindo New Jersey, ordena o isolamento completo de pessoas com os sintomas da doença. O próprio Presidente Obama declarou à nação que não deveriam se preocupar, considerando o alto número de mortes anualmente devido à gripe. Esse fato vem dividindo opiniões, levantando a necessidade de esclarecimento dos fatos, gerando ansiedade na população, especialmente após dois casos que ocorreram esta semana, o primeiro de uma mulher que declarou ter sido tratada de maneira injusta durante o período de isolamento e a de um garoto de 5 anos de idade que foi diagnosticado negativo, mas permaneceu internado sob supervisão no hospital.

Para conhecer a opinião da comunidade, conversei com algumas pessoas, com as seguintes perguntas em pauta: Você teme a epidemia do Ebola? O que pensa sobre a doença? Sugere algum meio de solução? Concorda com o mandado do Governador em isolar pessoas suspeitas de portarem a doença? Veja o resultado:

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Cynara Turetta, mineira.

” Sim. Primeiramente penso que realmente estamos a caminho do fim e isto faz parte das pestilênciais descritas nas profecias. Algo que sinceramente vejo como fora do controle em alguns lugares menos favorecidos e que chegou literalmente ao “primeiro mundo” . Vejo também a desinformação e principalmente em nosso meio, o desinteresse em pesquisar e procurar saber mais. Eu realmente estou bem atenta a todos os fatos e tentando comunicar-me com quem deseja saber. Acredito que a solução seria a informação e prevenção de todas as formas cabíveis. Quanto a decisão do Governador é assustadora e bem radical. Mas penso que ele esteja certo.”

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Marco Antonio, fotográfo e filmmaker.

” Acho que todas as pessoas que tiveram contato com doentes na Africa têm que estar em observação. O vírus só propaga-se através de fluídos como saliva, sangue etc. Não é como a gripe. Por isso acho difícil uma epidemia aqui. Mas devemos estar atentos!”

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Sandra Gauna, uruguaia.

“Temo muito esta doença, principalmente por meu filho que está sempre viajando, usando meios de transportes públicos. Concordo com o Governador em estabelecer o isolamento para as pessoas que estão chegando dessa área contaminada. Não consigo pensar em nada para solucionar o problema, mas vejo tudo isso muito estranho. Parece conspiração de alguma organização determinada a baixar o índice da super população no mundo. Devemos tomar precauções pois dificilmente você vê pessoas importantes morrendo, essas tragédias e epidemias ocorrem nos lugares menos favorecidos.”

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Mango Oliveira.

” Sem dúvida que estou de acordo com o Governador de NJ. Não temo a epidemia, pois acho que o número de infectados é pequeno, mas vou evitar visitar lugares que possam ter qualquer possibilidade da sua existência.”

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César Lemes, paulista.

“Eu deveria temer, mas sinceramente ainda não parei para me preocupar muito com o assunto. Caso os meios de comunicação informem sobre índices elevados, ou algo pior, então eu devo me preocupar. No entanto, desde que surgiu o risco da doença por aqui, eu procuro exercitar ainda mais meus hábitos de higiene. Concordo que a decisão do Governador seja o primeiro passo na tentativa de controlar uma epidemia. Não sabemos a verdadeira causa destas doenças, mas é claro que trata-se do resultado de pesquisas em laboratórios, da evolução e transformação no meio ambiente, a poluição, a devastação, as mudanças genéticas. Podem achar que seja “teoria da conspiração” mas tem um lado verdadeiro, o qual não conhecemos.”

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Adriana Alves Viana, mineira.

“Não temo a epidmeia da doença, pois todas as informações que obtive me dão segurança de que estão tomando medidas no combate a ela. Trata-se de um vírus adquirido pelo ser humano no contato com outras áreas jamais exploradas, as quais o corpo não está preparado para este contato. Considero como qualquer outra doença, muita gente pode morrer, mas logo, uma cura será descoberta. Acho o mandado do Governador um tanto radical, pode causar caos, mas concordo em analisar e isolar as pessoas que chegam da África. Devemos tomar precauções com a higiene, pois sabemos que isso ocorre lá, pois eles não têm recursos ou controle de higiene para prevenir o contágio.”

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Edilton Santos, pernambucano.

“Para mim, o Ebola é uma doença como qualquer outra. Apesar de estar atingindo severamente o continente Africano, não tenho medo de uma epidemia. Concordo que haja um isolamento para pacientes diagnosticados com o vírus, mas discordo em manter pessoas trancafiadas por tanto tempo sob condições desumanas. Não entendo porque eles mantiveram tanto tempo essas últimas duas pessoas em isolamento. Não tenho uma solução para o problema, mas creio que trata-se de um vírus passageiro, que o Tempo tudo cura.”


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