
Médicos do Hospital São Vicente, em Sydney, e o Instituto de Pesquisa Victor Chang Cardiac na Austrália conseguiu pela primeira vez um transplante de um coração que parou de bater antes de ser doado.
Até agora, apenas se podia fazer transplantes de órgãos pulsando retirados de pacientes com morte cerebral. Mas, com esta nova técnica, o espectro de corações disponíveis adequados para transplante aumenta consideravelmente.
A nova técnica envolve a remoção de um coração que parou de bater e reviver em uma máquina chamada de “coração-in-a-box”. Este sistema levou mais de 12 anos de desenvolvimento para chegar a dar ao coração a temperatura certa, reviver e manter o seu batimento cardíaco.
O corpo pode permanecer na máquina durante mais de quatro horas, até que o transplante seja realizado.
A técnica de reduzir ainda mais a quantidade de danos ao coração, o que o torna mais resistente ao transplante, uma vez que reduz o número de células do músculo cardíaco quando morre, melhora a função cardíaca quando se reinicia e limita os danos por falta de oxigênio.
No entanto, esta técnica tem ainda um limitador, o seu elevado custo. Elementos de máquinas descartáveis podem chegar a US $ 40.000 por transplante.















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