
O juiz que bloqueou a ação executiva do presidente Barack Obama sobre a imigração ordenou ao Departamento de Justiça que responda às acusações de que o governo o mantém mal informado sobre o plano. O juiz distrital Andrew Hanen ordenou o comparecimento dos advogados públicos federais no dia 19 de março em sua corte em Brownsville.
A audiência é em resposta a um documento apresentado na semana passada, no qual o governo admite que alguns adiamentos de deportação foram concedidos quando Hanen ordenou, em 16 de fevereiro, que fosse interrompida temporariamente a ação de Obama, que protege contra a deportação cinco milhões de pessoas que residem nos EUA, sem permissão.
O Departamento de Justiça disse em documentos registrados no tribunal que as autoridades federais concederam adiamento de deportação por três anos e autorizações de trabalho a 100.000 imigrantes de acordo com o programa de não deportação conhecida como DACA 2012. Mas as diretrizes do programa de 2012, concedem apenas dois anos de proteção contra deportação e autorizações de trabalho.
A nova ação de Obama sobre a imigração estende o prazo para três anos e os advogados do Departamento de Justiça disseram anteriormente que as autoridades federais não aceitariam pedidos de prorrogação das permissões nos termos do DACA antes de 18 de fevereiro.
Uma coalizão de 26 estados processou a ação executiva do presidente Obama sobre a imigração e diz que o governo informou de forma errônea o juiz em relação a esta parte do plano, que não foi implementado já que o juiz o parou temporariamente. Na sua decisão emitida na segunda-feira, dia 9, o juiz Hanen disse que não determinou qualquer outra ação antes da audiência de 19 de março.















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